Entre la Conservación y la Superficialidad
El Tratamiento del Contenido sobre las Unidades de Conservación en los Libros de Texto de Ciencias del 9.º Año de la Educación Básica (PNLD 2024–2027)
DOI:
https://doi.org/10.47401/revisea.v13.24596Palabras clave:
Currículo, Educación Ambiental, Enseñanza de las CienciasResumen
Este estudio analiza cómo se presenta el contenido sobre las Áreas Protegidas (AP) en los libros de Ciencias de 9.º grado aprobados por el PNLD 2024, destacando su relevancia para la conservación de la biodiversidad y la educación ambiental de los estudiantes. La investigación, de carácter cualitativo, bibliográfico y documental, examinó 12 libros de diferentes colecciones mediante análisis de contenido organizado en seis categorías temáticas: concepto y tipos de AP; preservación de la biodiversidad; protección del patrimonio natural y cultural; poblaciones humanas y actividades sostenibles; amenazas a las AP; y Educación Ambiental y ciudadanía. Los resultados muestran que el tema aparece en la mayoría de los libros, pero de manera superficial y fragmentada, con poca integración entre dimensiones ecológicas, sociales y culturales. Se observa variación en la calidad de los enfoques y escasas relaciones con poblaciones tradicionales, conflictos socioambientales y prácticas educativas críticas.
Descargas
Citas
ANDRADE, Fabíola; ABREU, Teo Bueno de; CARVALHO, Pedro Hollanda. Análise de livros didáticos da EJA sob o olhar da Educação Ambiental Crítica: existe transversalidade?. Ambiente & Educação: Revista de Educação Ambiental, [S. l.], v. 27, n. 2, p. 1–29, 2022. Disponível em: https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/13386. Acesso em: 17 dez. 2025. DOI: https://doi.org/10.14295/ambeduc.v27i2.13386
ANDRADE, Railton Barbosa de; COSTA, Mariana Santana Santos Pereira da ; SOARES, Emiliana Souza. Ensino De Ciências Na Educação Básica: Proposta Didática Com Foco Em Educação Ambiental Para O Ensino Fundamental Em Consonância Com A BNCC. Revista Contemporânea, [S. l.], v. 4, n. 5, p. 1-22, 2024. Disponível em: https://ojs.revistacontemporanea.com/ojs/index.php/home/article/view/4273. Acesso em: 05 set. 2025. DOI: https://doi.org/10.56083/RCV4N5-063
ALVES, Luiz Alexandre Monteiro. Parque Estadual do Mendanha como Unidade de Proteção Integral: Unidades de Conservação Barreiras e as Possibilidades De Preservação a Partir da População Local. Khóra: Revista Transdisciplinar, [S. l.], v. 4, n. 5, p. 1-11,2017. Disponível em: http://www.site.feuc.br/khora/index.php/vol/article/view/113. Acesso em: 05 set. 2025.
AZEVEDO, Alexandre Luiz Korte; ALLE, Lupe Furtado. Avaliação do conteúdo de evolução biológica em coleções didáticas brasileiras pós-BNCC. ACTIO: Docência em Ciências, v. 7, n. 1, p. 1-23, 2022. Disponível em: http://revistas.utfpr.edu.br/actio/article/view/14885. Acesso em: 25 ago. 2025. DOI: https://doi.org/10.3895/actio.v7n1.14885
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília, DF: MEC, 2017. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 05 set. 2025.
BRASIL. Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, § 1º, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 19 jul. 2000. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm. Acesso em: 05 set. 2025.
CARVALHO, R. P. de; SOARES, S. R.; FERRARI, M. P. de S. Educação ambiental em livros didáticos: projetos integradores e sustentabilidade. Caderno Pedagógico, [S. l.], v. 22, n. 10, p. e19331, 2025. Disponível em: https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/view/19331. Acesso em: 17 dez. 2025. DOI: https://doi.org/10.54033/cadpedv22n10-233
CHOPPIN, Alain. História dos livros e das edições didáticas: sobre o estado da arte. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 30, n. 3, p. 549-566, dez. 2004. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ep/a/GNrkGpgQnmdcxwKQ4VDTgNQ/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 25 ago. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/S1517-97022004000300012
FONSECA, Mônica; LAMAS, Ivana; KASECKER, Thais. O papel das unidades de conservação. Scientific American Brasil, v. 39, p. 18-23, 2010. Disponível em: https://www.academia.edu/download/41996185/O_Papel_das_Unidades_de_Conservao20160203-13676-1sf8ldn.pdf. Acesso em: 05 set. 2025.
GÜLLICH, Roque Ismael da Costa; SILVA, Lenice Heloísa de Arruda. O Enredo da Experimentação no Livro Didático: Construção de Conhecimentos ou Reprodução de Teorias e Verdades Científicas?. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 15, n. 2, p. 155-167, 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/j/epec/a/HFw7kSMYdVNBnxtZzfcmByQ/?lang=pt. Acesso em: 25 ago. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-21172013150210
LIMA, Gumercindo Souza; RIBEIRO, Guido Assunção; GONÇALVES, Wantuelfer. Avaliação da efetividade de manejo das unidades de conservação de proteção integral em Minas Gerais. Revista Árvore, v. 29, p. 647-653, 2005. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rarv/a/PScpVKhC3B7VHvm3CKNsbjx/?lang=pt. Acesso em: 05 set. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-67622005000400017
LOUREIRO, Carlos Frederico B. Educação Ambiental Crítica: Questões epistemológicas e metodológicas. SãoPaulo: Cortez, 2004.
LOYOLA, Douglas da Nobrega.Unidades De Conservação Como Área De Educação Ambiental Não Formal: uma revisão narrativa. 2023. 33 f. TCC (Graduação) - Curso de Especialização em Gestão de Projetos Ambientais, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia D Rio de Janeiro, Niterói, 2023. Disponível em: https://repositorio.ifrj.edu.br/xmlui/bitstream/handle/20.500.12083/1128/TCC_Douglas%20da%20Nobrega%20Loyola_Vers%c3%a3o%20Final.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 25 ago. 2025.
LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. 2. ed. Rio de Janeiro: E.P.u, 2020. 975 p.
MONTEIRO, Marcelo; BORDIN, Sandra Mara Sabedot; BUSATO, Maria Assunta. Unidades de conservação como espaço de ensino de ciências e biologia: percepção de professores. Revista de Ensino de Biologia da SBEnBio, [S. l.], v. 14, n. 2, p. 974–990, 2021. Disponível em: https://renbio.org.br/index.php/sbenbio/article/view/590. Acesso em: 20 out. 2025. DOI: https://doi.org/10.46667/renbio.v14i2.590
MEGID NETO, Jorge; FRACALANZA, Hilário. O livro didático de ciências: problemas e soluções. Ciência & Educação (Bauru), [S.L.], v. 9, n. 2, p. 147-157, 2003. Disponível em:https://www.scielo.br/j/ciedu/a/FYMYg5q4Wj77P8srQ795H5B/?format=pdf&lang=p. Acesso em: 25 ago. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/S1516-73132003000200001
OCCELLI, Maricel; VALEIRAS, Nora. Los libros de texto de ciencias como objeto de investigación: una revisión bibliográfica. Enseñanza de las Ciencias, Barcelona, v. 31, n. 2, p. 133-152, 2013. Disponível em: https://raco.cat/index.php/Ensenanza/article/view/285774. Acesso em: 05 set. 2025. DOI: https://doi.org/10.5565/rev/ec/v31n2.761
PRADO, Amanda CC et al. Etnobotânica como subsídio à gestão socioambiental de uma unidade de conservação de uso sustentável. Rodriguésia, v. 70, p.1-10, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rod/a/TMYVKp63MHGXCLqFhk8Sw8q/. Acesso em: 05 set. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-7860201970019
SILVA, Alice Rocha; MELLO, Júlia Santa Anna. VIABILIDADE DE POLÍTICAS PUBLICAS NO SISTEMA NACIONAL DAS UNIDADES DE CONSERVACAO DA NATUREZA - SNUC (LEI Nº 9.985/2000). Revista Processus de Políticas Públicas e Desenvolvimento Social, [S. l.], v. 1, n. 2, p. 71–107, 2019. Disponível em: https://periodicos.processus.com.br/index.php/ppds/article/view/176. Acesso em: 25 ago. 2025.
SILVA, Marcelo Araújo da. Conflitos socioambientais em unidade de conservação: luta de balateiros por reconhecimento de direitos socioambientais na floresta estadal do paru. Pará: Ufopa, 2024. 130 p. Disponível em: https://mcegeditorial.com.br/wp-content/uploads/2025/08/A-LUTA-DOS-BALATEIROS-versao-ebook.pdf. Acesso em: 17 dez. 2025
SILVA, Thiago Henrique da. Para além do papel: estudo das unidades de conservação brasileiras. Interações (Campo Grande), v. 25, n. 2, p. 1-18, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/inter/a/txjVhj98ZSWWkYLYWM9W5Fk/?format=html&lang=pt. Acesso em: 05 set. 2025.
TONIN, Luana Hilgert; UHMANN, Rosangela Inês Matos. Educação Ambiental em livros didáticos de Ciências: um estudo de revisão. Revista Brasileira de Educação Ambiental, v. 15, n. 1, p. 245-260, 2020. Disponível em: https://scholar.archive.org/work/htcqb2jj5fg2rbcf373pqpbbpe/access/wayback/https://periodicos.unifesp.br/index.php/revbea/article/download/9976/7533. Acesso em: 05 set. 2025. DOI: https://doi.org/10.34024/revbea.2020.v15.9976
WIRZBICKI, Sandra Maria; PINO, José Claudio del;ARAUJO, Maria Cristina Pansera-de-. O Conceito Energia nas Interações entre Professores e Estudantes Mediadas pelos Livros Didáticos de Biologia. Revista Insignare Scientia - Ris, [S.L.], v. 2, n. 1, p. 138-150, 2019. Disponível em: https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/RIS/article/view/10597/7146. Acesso em: 25 set. 2025. DOI: https://doi.org/10.36661/2595-4520.2019v2i1.10597
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Sergipana de Educação Ambiental

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).



















