Potencialidades e desafios do Serviço de Educação Ambiental - SEA/JBRJ entre 1992-2025

Potencialidades e desafios do Serviço de Educação Ambiental

Autores

  • Lucas Costa Monteiro Lopes Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro https://orcid.org/0009-0003-7260-5949
  • Milena Goulart Souza Rodrigues Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  • Alda Lúcia Heizer Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro https://orcid.org/0000-0001-5254-0816

DOI:

https://doi.org/10.47401/revisea.v13.24982

Palavras-chave:

Conservação socioambiental, Espaço não-formal, Jardim Botânico, Qualificação de professores

Resumo

Diversos espaços não formais de educação são citados em estudos na literatura, dentre os quais, os jardins botânicos, que podem ser locais importantes para desenvolver atividades de educação ambiental, com bases críticas, populares e participativas. Neste sentido, esta pesquisa objetiva analisar a trajetória do Serviço de Educação Ambiental do Jardim Botânico do Rio de Janeiro – SEA/JBRJ, examinando suas ações, impactos e potencial crítico. Com este intuito, foram investigados os registros históricos do SEA desde sua criação, em 1992 até 2025. E foram consultados relatórios institucionais, planilhas de participação e materiais pedagógicos elaborados pelo SEA. Observamos que o SEA/JBRJ teve uma primeira fase de afirmação institucional da Educação Ambiental no JBRJ, no período de 1992-2009. E ao longo desses 34 anos, foi se consolidando como prática situada na formação docente, com 13.998 professores qualificados, em atividades de educação ambiental e mais de 350 mil alunos foram impactados em visitas ao JBRJ, com suas respectivas escolas. Portanto, ao dimensionar as potencialidades, amplitude e desafios das atividades realizadas pelo SEA/JBRJ até 2025, atualmente estamos aprofundando em atividades que abordam a conservação socioambiental, às emergências climáticas, maior participação social e desenvolvendo práticas em uma educação antirracista. Pretendemos com mais frequência, ampliar nossas ações com professores e alunos que moram em bairros de maior vulnerabilidade social.

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Biografia do Autor

Lucas Costa Monteiro Lopes, Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Pós-Doutor em Educação pela Universidade Federal Fluminense – UFF. Doutor em Ecologia e Evolução pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Atua como Analista em Ciência e Tecnologia no Serviço de Educação Ambiental do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – SEA/JBRJ.

Milena Goulart Souza Rodrigues, Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Doutoranda em Biodiversidade e Unidade de Conservação pela Escola Nacional de Botânica Tropical do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – ENBT/JBRJ. Atua como Assistente em Ciência e Tecnologia no Serviço de Educação Ambiental do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – SEA/JBRJ.

Alda Lúcia Heizer, Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Doutora em História da Ciência pelo Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas – IG/Unicamp. Atua como Pesquisadora Afiliada no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – JBRJ.

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Publicado

06.11.2026

Como Citar

Costa Monteiro Lopes, L., Goulart Souza Rodrigues, M., & Heizer, A. L. (2026). Potencialidades e desafios do Serviço de Educação Ambiental - SEA/JBRJ entre 1992-2025: Potencialidades e desafios do Serviço de Educação Ambiental . Revista Sergipana De Educação Ambiental, 13, 1–26. https://doi.org/10.47401/revisea.v13.24982

Edição

Seção

Fluxo contínuo

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