De-gendering ballroom dance at school: a pedagogical intervention in supervised internship
DOI:
https://doi.org/10.20952/revtee.v18i37.24120Keywords:
education, gender, teacher education, dance, pedagogical practiceAbstract
This article analyzes a supervised curricular internship (SCI) in dance, carried out in a public school, which problematized gender norms in ballroom dance through a pedagogical intervention guided by de-gendering. The project questioned the categories of “gentleman” and “lady” traditionally used in dance, proposing instead “leader” (condutore/condutora/condutor) and “led partner” (conduzide/conduzida/conduzido). The intervention, conducted with students from a technical dance program, included the creation of a choreography that blended movements conventionally associated with “masculine” and “feminine” performances. The results indicate that the proposal not only expanded the students’ expressive repertoire but also fostered a more equitable and welcoming environment, allowing for free experimentation regardless of sexual orientation or gender identity. The study concludes that the de-gendering of ballroom dance represents an important pedagogical tool for gender relations education in schools, contributing to the formation of more critically engaged teachers and to the development of anti-sexist and inclusive educational practices.
Downloads
References
Andreoli, G. S. (2010). Representações da masculinidade na dança contemporânea. Dissertação (mestrado). Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Faculdade de Educação. Porto Alegre.
Archetti, E. P. (2016). Masculinidades: fútbol, polo y tango en la Argentina. 2ª ed. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Deldragón.
Banes, S. (1987). Terpsichore in sneakers: post-modern dance. Boston: Wesleyan University Press.
Beauvoir, S. (2009). O segundo sexo. Trad. Sérgio Milliet. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Bosch, H. & Braun, P. (2005). Let the games beGay!. Stuttgart: Gatzanis.
Bourdieu, P.; Passeron, J.-C. (2008). A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino. Petrópolis: Vozes.
Burt, R. (2022). The male dancer: Bodies, spectacle, sexualities. London/New York: Routledge. DOI: https://doi.org/10.4324/9781003159926
Butler, J. (2003). Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Trad. Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
Butler, J. (2011). Bodies that matter: on the discursive limits of ‘sex’. London/New York: Routledge. DOI: https://doi.org/10.4324/9780203828274
Camargo, W. X. (2012). Circulando entre práticas esportivas e sexuais: etnografia em competições esportivas mundiais LGBTs [Tese de doutorado, Universidade Federal de Santa Catarina]. https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/96147
Connell, R. W. (2005). Masculinities. 2nd ed. Berkeley: University of California.
Conselho Nacional de Dança Desportiva - CNDD (2025). Modalidades. https://www.cndd.org.br/modalidades-2-0/#02
Daly, A. (1995). Done into Dance: Isadora Duncan in America. Indiana University Press.
Davidson, J. (2006). The necessity of queer shame for gay pride: the Gay Games and cultural events. In: Caudwell, J. (Ed.). Sport, sexualities and queer/theory (pp. 90-105). London: Routledge.
Firestone, S. (1976). A dialética do sexo: um manifesto da revolução feminista. Trad. Vera Regina Terra. Rio de Janeiro: Editorial Labor do Brasil.
Fisher, J. & Shay, A. (Eds.). (2009). When men dance: Choreographing masculinities across borders. Oxford/New York, Oxford University Press. DOI: https://doi.org/10.1093/acprof:oso/9780195386691.001.0001
Foster, S. L. (1986). Reading dancing: Bodies and subjects in contemporary American dance. University of California Press. DOI: https://doi.org/10.1525/9780520908802
Foucault, M. (1985). História da sexualidade: a vontade de saber I. Trad. Maria Thereza Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque. 7ª ed. Rio de Janeiro: Edições Graal.
Furlani, J. (2011). Educação sexual na sala de aula: relações de gênero, orientação sexual e igualdade étnico-racial numa proposta de respeito às diferenças. Belo Horizonte: Autêntica Editora.
Gainor, J. E. (2006). Competitive ballroom dancing is back! Gay & Lesbian Review Worldwide, v. 13, n. 6. https://glreview.org/article/article-933/
Halberstam, J. (2008). Una introducción a la masculinidad femenina. Masculinidad sin hombres. In: Masculinidad femenina. (pp. 23-66). Trad. Javier Sáez. Madrid: Egales.
Krane, V., & Waldron, J. (2000). The Gay Games: Creating our own sports culture. In K. Schaffer & S. Smith (Eds.), The Olympics at the millennium: Power, politics, and the games (pp. 147-164). Rutgers University Press.
Laqueur, T. (2001). Inventando o sexo: corpo e gênero dos gregos a Freud. Trad. Vera Whately. Rio de Janeiro: Relume Dumará.
Marion, J. S. (2008). A brief story of a ballroom. In: Ballroom: Culture and costume in competitive dance (pp. 31-38). Oxford/New York: Berg. DOI: https://doi.org/10.2752/9781847887115
Mortari, K. S. M. (2013). A Compreensão do corpo na dança: um olhar para a contemporaneidade. [Tese de Doutorado. Universidade de Lisboa, Portugal]. https://www.proquest.com/openview/3bd4b68df64dfcd983f62fb1e1b925a9/1?pq-origsite=gscholar&cbl=2026366&diss=y
Nunes, B. B., & Froehlich, M. (2018). Um novo olhar sobre a condução na dança de salão: questões de gênero e relações de poder. Revista Educação, Artes E Inclusão, 14 (2), 91-116. https://www.revistas.udesc.br/index.php/arteinclusao/article/view/10172
Paula, D. A. M. (2008). Dança de salão: história e evolução [Trabalho de conclusão de curso de graduação, Universidade Estadual Paulista]. Repositório Institucional UNESP. https://repositorio.unesp.br/server/api/core/bitstreams/7ace4387-85d8-4232-8b53-be61f189ff7d/content
Pimenta, S. G. & Lima, M. S. (2017). Estágio e Docência. 8ª ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Cortez.
Polezi, C. & Silveira, P. V. (2017). Contracondutas no ensino e prática da Dança de Salão: a dança de salão queer e a condução compartilhada. Revista Presencia, Montevideo, n. 2, 67-83. https://www.stellamaris.edu.uy/revistapresencia/wp-content/uploads/2017/12/Polezi-Carolina.-Vasconcelos-Silveira-Paola.pdf
Quintanilha, E. B. (2016). Parceria: reflexões sobre damas e cavalheiros no contexto da dança de salão. Grau Zero. Salvador, v. 4, n. 2, 109-132. https://www.revistas.uneb.br/index.php/grauzero/article/view/3343 DOI: https://doi.org/10.30620/gz.v4n2.p109
Ribeiro, D. (2018) Quem tem medo do feminismo negro? São Paulo: Cia das Letras.
Sartore-Baldwin, M. L. (Ed.). (2013). Sexual minorities in sports: prejudice at play. Boulder/London: Lynne Rienner Publishers. DOI: https://doi.org/10.1515/9781626370944
Silva, R. L. et. al. (2019). A dança esportiva nos Gay Games: contextualizando as questões de gênero. Diversidade e Educação, v. 7, n. 2, 71-92. https://periodicos.furg.br/divedu/article/view/9500/7385 DOI: https://doi.org/10.14295/de.v7i2.9500
Soares, C. L. (2011). As roupas nas práticas corporais e esportivas: a educação do corpo entre o conforto, a elegância e a eficiência (1920-1940). Campinas: Autores Associados.
Strack, M. M. (2017). Dança de Salão: cartografia de uma abordagem feminista [Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Minas Gerais]. Repositório Institucional da UFMG. https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/LOMC-BBTJBT/1/disserta__o_m_riam_vers_o_final.pdf
Symons, C. (2010). The gay games: a history. New York: Routledge. DOI: https://doi.org/10.4324/9780203891841
Vergueiro, V. (2015). Por inflexões decoloniais de corpos e identidades de gênero inconformes: uma análise autoetnográfica da cisgeneridade como normatividade. [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal da Bahia]. Repositório institucional da UFBA. https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/119666681/VERGUEIRO_20Viviane_20-_20Por_20inflexoes_20decoloniais_20de_20corpos_20e_20identidades_20de_20genero_20inconformes-libre.pdf?1731957500=&response-content-disposition=inline%3B+filename%3DPor_inflexoes_decoloniais_de_corpos_e_id.pdf&Expires=1764947849&Signature=Ryw6LhGNhioMR63HEjS0WQEXtSMmMHXQDnJxdPx6ujM0b154ONI0~LZWmn1r2T8pCUXAOaktF7EE4jCnqzmPREljV9AucahSYxHCZMRXgDCIz1b1bVpXXwMQSf41U0kLHf1u~2f5B48gJpeH3ptyN~l6GNHaClkaBIuBWwsWvzseWSGs-XaX1EGZWCdsAckX5boqR~TQK8xv0NPGIAZypRO26qdVFpeBj7Rxhx~NjDl4KiZttUrE~jdwex32l-IlQvV-tihP-FRMuFTwfTzoS5O9OjQ9aSb~N7MvVXM6ozf1wxvcR6KnQd7wgSiqUTZCorPkRAF2s7gX0TtF2q83RA__&Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA
Vigarello, G. (2013). La virilité et ses ‘crise’. Travail, genre et sociétés. v. 1, n. 29. 153-160. https://www.cairn.info/revue-travail-genre-et-societes-2013-1-page-153.htm DOI: https://doi.org/10.3917/tgs.029.0153
Wilson, E. (1985). Enfeitada de Sonhos. Lisboa: Edições 70.
Zamonder, M. (2005). Dança de salão: a caminho da licenciatura. Curitiba: Protexto.
Zamonder, M. (2011). Cavalheiros são veículos. Dança em Pauta. https://www.dancaempauta.com.br/cavalheiros-sao-veiculos/
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Revista Tempos e Espaços em Educação

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
À Revista Tempos e Espaços em Educação ficam reservados os direitos autorais pertinentes a todos os artigos nela publicados. A Revista Tempos e Espaços em Educação utiliza a licença https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ (CC BY), que permite o compartilhamento do artigo com o reconhecimento da autoria.

