Educação, Totalidade e Ontologia: Lukács e recusa da escola como mercadoria
DOI:
https://doi.org/10.20952/revtee.v18i37.23663Palavras-chave:
Educação, Formação omnilateral, Ideologia, Práxis pedagógica, ReificaçãoResumo
O artigo investiga a educação a partir da filosofia de György Lukács, tomando como eixo a ontologia do ser social e a categoria de totalidade. O objetivo é compreender a escola como complexo social que participa simultaneamente da reprodução e da transformação das relações históricas. Metodologicamente, apoia-se na leitura direta de História e consciência de classe, Ontologia do ser social, Prolegômenos para uma ontologia do ser social e Estética: a peculiaridade do estético. Os resultados indicam que categorias como trabalho, práxis, ideologia, reificação e formação omnilateral possibilitam analisar a educação para além da visão instrumental. Conclui-se que a prática pedagógica, ao integrar ciência, arte e ética, pode confrontar o estranhamento e ampliar a consciência histórica, mantendo viva a aposta na emancipação humana.
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