EL (DES)ENCUENTRO ENTRE LAS PRÁCTICAS NO OBLIGATORIAS Y LA EDUCACIÓN INFANTIL: REFLEXIONES, POSIBILIDADES Y APRENDIZAJES PARA LLEGAR A SER DOCENTE DE NIÑOS
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v12i29.23106Palabras clave:
Prácticas remuneradas, Educación Infantil, Formación docenteResumen
La formación de docentes para actuar en la Educación Infantil, a través de la experiencia de las prácticas remuneradas no obligatorias, constituye el punto de partida de este estudio, comprendiendo la potencia del proceso formativo para el desarrollo de prácticas significativas con los niños. El objetivo fue reflexionar sobre las implicaciones de las prácticas remuneradas no obligatorias para el trabajo en la Educación Infantil, a partir del curso de Pedagogía de la Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro, Guarapuava-PR. Mediante un enfoque cualitativo, de carácter exploratorio-descriptivo, se aplicaron cuestionarios con preguntas abiertas y cerradas a estudiantes matriculados en 2024 que realizaban prácticas remuneradas. Los datos demuestran el potencial de las prácticas remuneradas en la formación académica de los practicantes, al articular teoría y práctica, a pesar de la expropiación de sus acciones como fuerza de trabajo abara tada. Además, la universidad necesita comprometerse a convertir las prácticas remuneradas en un momento de refle xión, en el que los practicantes puedan ser protagonistas de este proceso y, de hecho, recibir acompañamiento durante esta experiencia.
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