CATASTROS Y TIERRAS INDIVISAS EN SERGIPE, MEDIADOS DEL SIGLO XIX
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v10i24.21945Palabras clave:
Lei das terrasResumen
El catastro iniciado por la Ley de Tierras de 1850 se llevó a cabo en Sergipe a partir de 1856 y dio lugar a una extensa colección de registros de propiedad que revelan aspectos estructurales de la propiedad de la tierra en la provincia. Entre los diversos aspectos que pueden analizarse, destacan los voluminosos registros de posesiones indivisas. Este artículo explora estos registros mediante un enfoque cuantitativo y espacial, buscando diferenciar regiones e indicar dinámicas locales de uso y ocupación de la tierra. Los resultados apuntan al predominio de las posesiones indivisas, especialmente en las regiones menos capitalizadas, sugiriendo que la no demarcación era una estrategia para mantener el acceso a la tierra en una provincia marcada por la ocupación antigua y el fraccionamiento de las propiedades a través de la herencia.
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