Educación sexual en los espacios escolares: tensiones de la BNCC y sus implicaciones en la educación infantil
DOI:
https://doi.org/10.20952/revtee.v18i37.23814Palabras clave:
Educación sexual, Educación infantil, Currículo, BNCCResumen
Este artículo analiza la educación sexual en los espacios escolares, con énfasis en la educación infantil, cuestionando las tensiones generadas por la Base Nacional Común Curricular (BNCC) y sus implicaciones en el plan de estudios. Desde una perspectiva basada en referencias posestructuralistas, se problematiza la constitución de los dispositivos de la infancia y la sexualidad como engranajes de regulación y control, históricamente vinculados a discursos normativos que silencian o marginan las experiencias plurales. Se analiza, en particular, la BNCC y sus implicaciones en el currículo, poniendo de manifiesto los límites y contradicciones que impregnan la inserción del género y la sexualidad como dimensiones educativas. Se argumenta que, aunque la escuela está atravesada por fuerzas biopolíticas y regímenes de verdad que refuerzan los patrones heteronormativos, también se constituye como un espacio de resistencia y reinvención pedagógica. Se concluye que la educación sexual debe ser reconocida como un derecho de los niños y como una dimensión transversal de la formación escolar, indispensable para el fortalecimiento de una educación crítica.
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