OS LIMITES E AS LIMITAÇÕES DA CAVERNA
O MITO PLATÔNICO EM PLANOLÂNDIA, DE EDWIN A. ABBOTT
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v2i17.17192Abstract
O presente artigo tem como objetivo uma análise de aspectos da literatura utópica/distópica em geral, e da obra Planolândia, de Edwin A. Abbot, em específico, a partir de aproximações de ambas perspectivas com o Mito da Caverna, descrito por Sócrates, na obra A república, de Platão. Ao longo da análise, discutiremos as semelhanças das reações dos prisioneiros da narrativa platônica com as formas pelas quais o utopismo e as utopias literárias são, muitas vezes, criticadas e hostilizadas justamente pelo público que pretendem conscientizar. Com isso, pretendemos demonstrar que a recusa do ideal utópico ou mesmo de possibilidades alternativas de organização societária escondem discursos conservadores e autoritários que possibilitam a manutenção do status quo em uma determinada época ou sociedade.
Palavras-chave: Literatura, utopia, conservadorismo, distopia
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