DE LA LECTURA RELIGIOSA A LA LECTURA LITERARIA

REFLEXIONES SOBRE LA FORMACIÓN DE LECTORES EN PORTUGUÉS ENTRE LOS SIGLOS XVI Y XVIII

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v10i26.22316

Palabras clave:

colonialidad, escolarización, lectura, literatura

Resumen

Este artículo analiza algunas de las formas en que la enseñanza de la lectura y la formación de lectores en portugués, desde el siglo XVI al XVIII, es decir, desde el Renacimiento hasta la Ilustración, se asocian a la expansión imperial del reino lusitano y el proceso de colonización resultante del mismo, que impulsó una política lingüística articulada con un proyecto de propagación del imperio y de la fe cristiana, permitiendo así la consolidación de la lengua vernácula como lengua oficial y, al mismo tiempo, la formación de un canon literario en portugués. De esta manera, busca comprender las condiciones históricas que permitieron el surgimiento del “sujeto” y, en consecuencia, el advenimiento de la lectura subjetiva. Para ello se utilizaron como fuentes compendios y legislación de la época, así como algunos supuestos teóricos relacionados con los conceptos de escolarización (Vincent; Lahire; Thin, 2001), gramatización (Auroux, 1992) y colonialidad (Quijano, 2007). Se concluyó que, con la institucionalización de la enseñanza de la literatura y el advenimiento de la lectura literaria en el siglo XIX, la formación de los lectores ya se ve limitada o cercenada por una normatividad que enclaustra las posibilidades subjetivas e intelectivas de las experiencias lectoras, limitándolas a las experiencias lectoras el menú canónico que ofrecen las instituciones educativas.

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Biografía del autor/a

Luiz Eduardo Oliveira, Universidad Federal de Sergipe

Profesor Titular de la Universidad Federal de Sergipe, Becario PQ 2/CNPq y Coordinador de la Cátedra Marquês de Pombal (Camões, I.P. / UFS).

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Publicado

2025-01-04

Cómo citar

OLIVEIRA, Luiz Eduardo. DE LA LECTURA RELIGIOSA A LA LECTURA LITERARIA: REFLEXIONES SOBRE LA FORMACIÓN DE LECTORES EN PORTUGUÉS ENTRE LOS SIGLOS XVI Y XVIII. Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, v. 10, n. 26, p. 115–132, 2025. DOI: 10.32748/revec.v10i26.22316. Disponível em: https://ufs.emnuvens.com.br/revec/article/view/22316. Acesso em: 2 jun. 2026.