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Chamada para Dossiê volume 42 -jul-dez de 2025 

Dossiê; Palavra, Imagem e Som: criação e interdisciplinaridade no diálogo entre a literatura e o audiovisual

Organização: Profa. Dra. Ermelinda Maria Araújo Ferreira – PPGL/UFPE, Prof. Dr. Fábio Allan Mendes Ramalho – PPGIELA/UNILA, Prof. Dr. Fernando de Mendonça – PPGL/PPGCINE/UFS e Prof. Dr. Fernando Oliveira Santana Júnior – PPGCINE/UFS

 O Dossiê intitulado “Palavra, Imagem e Som: criação e interdisciplinaridade no diálogo entre a literatura e o audiovisual tem como objetivo debater as múltiplas vertentes dos processos criativos nas estéticas contemporâneas, refletindo o impacto sobre os contextos de produção pautados pela hibridez e a intermidialidade. Os textos que compõem o Dossiê cobrem um amplo cenário de perspectivas na realização artística, partindo da interseção entre os elementos básicos das artes literária e cinematográfica, com o intuito de iluminar a grande teia interartes que tem se formado no tocante às redes de criação, nacional e internacionalmente. O diálogo entre as linguagens e mídias traduz o foco principal das pesquisas, assim como a maneira que tais relações pode incidir diretamente nos gestos criativos, na conscientização processual e em como as etapas de elaboração formal também protagonizam o espaço da reflexão estética contemporânea.

Temas relacionados ao Dossiê:

Relações gerais entre literatura e audiovisual

Processos e formações de redes de criação artística

Hibridez e intermidialidade nas estéticas contemporâneas

Criação, tradução e adaptação entre linguagens interartes

Interdisciplinaridade e conscientização estética

Prazo para recebimento de artigos: 28/02/2026

Meio de envio: pela plataforma da Revista em  <https://periodicos.ufs.br/forumidentidades/about/submissions>

Previsão de publicação: até março de 2026

 

Chamada para Dossiê volume 41 -jan-jun de 2025 

Dossiê temático: As interfaces dos Direitos Humanos e abordagens sobre Tecnologias sociais na Linguística e na Literatura

Organizadores/as: CARLOS MAGNO SANTOS GOMES, JOCENILSON RIBEIRO DOS SANTOS e Carlos Héric Silva Oliveira (UNILAB)  e Deise Santos do Nascimento (SEDUC/SE) 

Ementa:

Este livro propõe reflexões em torno das tecnologias sociais e dos direitos humanos nos domínios da Linguística e da Literatura, dando continuidade aos compromissos assumidos na Agenda 2030 da ONU em nível global, que envolve uma interseção que relaciona práticas inovadoras de transformação social com o compromisso ético e político de promover a dignidade, a justiça e a inclusão por meio da linguagem e, em especial, das línguas e da estética e arte literárias em nível local e historicamente situado.

Com base em Dagnino (2014)[1], entendemos tecnologias sociais como soluções coletivas baseadas no conhecimento popular que buscam enfrentar desafios sociais com ações participativas, inovadoras e sustentáveis. Quando articuladas às áreas da Linguística e da Literatura, essas tecnologias ganham potencial para garantir a inviolabilidade dos direitos humanos, especialmente no que se refere à valorização da diversidade cultural, à democratização do acesso a uma educação de qualidade, à informação e ao estímulo ao pensamento crítico.

No domínio dos estudos linguísticos, as tecnologias sociais e discursivas ajudaram, por exemplo, a criar espaços colaborativos para a preservação e a valorização de línguas minoritárias e indígenas, que muitas vezes são vítimas de exclusão social e cultural, processos de gramaticalização, documentação de línguas minorizadas e produção de livros e recursos didáticos para uma educação linguística descolonizada e situada enquanto política de resistência contra as relações de força e de poder hegemônico. Nesse sentido, há projetos que desenvolvem materiais didáticos bilíngues, mapeiam e descrevem dialetos e variantes linguísticas no Brasil, numa perspectiva sociolinguística politicamente engajada, analisam e descrevem os contextos e ações de políticas linguísticas, promovem a alfabetização e o letramento críticos que conectam a pesquisa acadêmica à realidade social, fortalecendo direitos como a identidade cultural e o direito à educação. Isso evidencia o compromisso político na área da Linguística com a pluralidade e o combate aos discursos de ódio, à discriminação e à intolerância linguísticas: uma forma às vezes sutil, porém poderosa, de violação dos direitos humanos - seja pela imposição de uma [única] norma linguística de prestígio, seja pelas práticas de silenciamentos das variantes ou das línguas nacionais, tradicionais, originárias e estrangeiras.

Já no campo dos estudos literários em diálogo com outras semioses, as tecnologias sociais se manifestam por meio de dispositivos que ampliam a produção, o acesso, a recepção e a circulação de textos literários diversos, a medicação e a promoção da leitura, especialmente aqueles que representam vozes marginalizadas, como povos tradicionais, negros e negras, mulheres, LGBTQIA+ e minorias étnicas. A literatura, ao expressar experiências humanas e narrativas de resistência, torna-se ferramenta e dispositivo discursivo de empoderamento e reflexão sobre as injustiças sociais, por meio de narradores, personagens, os próprios autores e suas representações identitárias. Iniciativas que utilizam computadores, redes sociais e plataformas digitais para registrar e disseminar essas narrativas conectam o cidadão à cidadania ativa, proporcionando reconhecimento e respeito às diferenças, pilares fundamentais dos direitos humanos.

 

[1] DAGNINO, Renato. Tecnologia Social: contribuições conceituais e metodológicas. Campina Grande: EDUEPB, 2014.

Prazo; 20/02/2026

Previsão de publicação: marços de 2026

 

Chamada para Dossiê volume 44 -jul-dez de 2026 

Organizadores:  Profa. Dra. ISABEL CRISTINA MICHELAN DE AZEVEDO

 

Dossiê: MULTIMODALIDADE E (MULTI)LETRAMENTOS DESTINADOS À ANÁLISE DE LINGUAGENS E AO ENSINO DE LÍNGUAS E DA ARGUMENTAÇÃO,

 

Resumo: Esta chamada para publicação de artigos para um número especial, pretende promover diálogo entre estudos relativos à multimodalidade e aos multiletramentos, que estejam preocupados em promover análises e práticas de ensino de línguas e da argumentação e nos processos de produção de significados em diferentes âmbitos de uso social da linguagem e em todos os níveis de ensino. A multimodalidade como um aspecto dos multiletramentos para a construção de sentidos tem se tornado proeminente, principalmente nessa era digital e globalizada em que o modo verbal não é visto como o mais completo e capaz de lidar com todos os significados racionais. Como é crescente os estudos e as propostas didático-pedagógicas realizados em torno da multimodalidade e dos (multi)letramentos, convidamos pesquisadores e professores, ligados à área de Letras, Linguística e Literatura, que estejam aprofundando essas questões a apresentarem artigos inéditos que tenham como objetivo superar limitações disciplinares que possam dificultar a renovação de perspectivas teóricas e práticas na contemporaneidade bem como ampliar a compreensão acerca de temáticas variadas e, ao mesmo tempo, qualificar as práticas pedagógicas de maneira inclusiva e plural. Assim, são bem-vindos trabalhos que abordem as práticas de linguagem como expressões de transformações tecnológicas, culturais e sociais que se ampliam e complexificam significativamente nos diferentes campos de atividade humana. Diante disso, são necessários novos modos de ver, ler, interpretar, conceituar e descrever fenômenos linguísticos, bem como novas posturas em relação à maneira como as práticas de ensino e de aprendizagem possam ser promovidas. Como esta revista aceita textos produzidos em diferentes línguas (português, inglês, espanhol, francês e italiano), podem ser produzidos estudos comparados a partir de reflexões e experiências de distintas regiões do mundo. Em síntese, contamos com o interesse da comunidade acadêmica e educacional que queira colaborar com a produção de um dossiê que possa registrar o esforço de diferentes grupos de pesquisa e de distintos profissionais engajados em ações voltadas à construção de uma sociedade mais reflexiva e marcada por justiça social.

Prazo de submissão: 30/08/2026

Período de publicação: dez 2026

 

Chamada para Dossiê volume 43 -jan-jun de 2026 

Organizadores:  Profa. Dra. Jocelaine Oliveira dos Santos (IFS)/Profa. Dra. Maria de Fátima Berenice Cruz (UNEB) E Prof. Dr. Tiago Barbosa da Silva (UFBA) 

Este volume tem como tema central: "Leitura, Tradução e Criação Literárias: contribuições dos estudos comparados", e tem como principal finalidade explorar abordagens teóricas e práticas de leitura/tradução/criação literárias, envolvendo aspectos da equidade como étnico-raciais, de gênero, de sexualidades, entre outros. Promover reflexões sobre produções literárias que desterritorializem espaços hegemônicos para dar visibilidade a abordagens epistemológicas do Sul-Global por meio de diferentes vertentes dos Estudos Comparados interdisciplinares advindas dos Estudos Culturais, Estudos da Tradução, Estudos Afro-brasileiros, Estudos Épicos, Estudos Feministas, Estudos de Gênero, Estudos Decoloniais, Estudos da Recepção e dos Letramentos Literários, Ensino de Literatura e Literatura Surda, entre outros. Nesse sentido, esta edição abre o debate para diferentes recortes dos estudos literários em diversos contextos sociais e históricos, ressaltando obras e autores/as brasileiros/as e estrangeiros/as que nos convidam a revisarmos as desigualdades e as questões ideológicas presentes na historiografia literária.

Prazo de recebimento: 30/05/2026

Prazo para publicação até Setembro de 2026.

 

  • Estamos recebendo artigos para SEÇÃO LIVRE para volumes 41 e 42 2025

    2024-08-03

     

    NOTA DO CONSELHO EDITORIAL

    Estão abertas as seleções de artigos para os volumes 41 e 42 de 2025 da Revista Fórum Identidades.  

    Chamada para Dossiê volume 42 -jul-dez de 2025 

    Dossiê; Palavra, Imagem e Som: criação e interdisciplinaridade no diálogo entre a literatura e o audiovisual

    Organização: Profa. Dra. Ermelinda Maria Araújo Ferreira – PPGL/UFPE, Prof. Dr. Fábio Allan Mendes Ramalho – PPGIELA/UNILA, Prof. Dr. Fernando de Mendonça – PPGL/PPGCINE/UFS e Prof. Dr. Fernando Oliveira Santana Júnior – PPGCINE/UFS

     O Dossiê intitulado “Palavra, Imagem e Som: criação e interdisciplinaridade no diálogo entre a literatura e o audiovisual tem como objetivo debater as múltiplas vertentes dos processos criativos nas estéticas contemporâneas, refletindo o impacto sobre os contextos de produção pautados pela hibridez e a intermidialidade. Os textos que compõem o Dossiê cobrem um amplo cenário de perspectivas na realização artística, partindo da interseção entre os elementos básicos das artes literária e cinematográfica, com o intuito de iluminar a grande teia interartes que tem se formado no tocante às redes de criação, nacional e internacionalmente. O diálogo entre as linguagens e mídias traduz o foco principal das pesquisas, assim como a maneira que tais relações pode incidir diretamente nos gestos criativos, na conscientização processual e em como as etapas de elaboração formal também protagonizam o espaço da reflexão estética contemporânea.

    Temas relacionados ao Dossiê:

    Relações gerais entre literatura e audiovisual

    Processos e formações de redes de criação artística

    Hibridez e intermidialidade nas estéticas contemporâneas

    Criação, tradução e adaptação entre linguagens interartes

    Interdisciplinaridade e conscientização estética

    Prazo para recebimento de artigos: 28/02/2026

    Meio de envio: pela plataforma da Revista em  <https://periodicos.ufs.br/forumidentidades/about/submissions>

    Previsão de publicação: até março de 2026

     

    Chamada para Dossiê volume 41 -jan-jun de 2025 

    Dossiê temático: As interfaces dos Direitos Humanos e abordagens sobre Tecnologias sociais na Linguística e na Literatura

    Organizadores/as: CARLOS MAGNO SANTOS GOMES, JOCENILSON RIBEIRO DOS SANTOS e Carlos Héric Silva Oliveira (UNILAB)  e Deise Santos do Nascimento (SEDUC/SE) 

    Ementa:

    Este livro propõe reflexões em torno das tecnologias sociais e dos direitos humanos nos domínios da Linguística e da Literatura, dando continuidade aos compromissos assumidos na Agenda 2030 da ONU em nível global, que envolve uma interseção que relaciona práticas inovadoras de transformação social com o compromisso ético e político de promover a dignidade, a justiça e a inclusão por meio da linguagem e, em especial, das línguas e da estética e arte literárias em nível local e historicamente situado.

    Com base em Dagnino (2014)[1], entendemos tecnologias sociais como soluções coletivas baseadas no conhecimento popular que buscam enfrentar desafios sociais com ações participativas, inovadoras e sustentáveis. Quando articuladas às áreas da Linguística e da Literatura, essas tecnologias ganham potencial para garantir a inviolabilidade dos direitos humanos, especialmente no que se refere à valorização da diversidade cultural, à democratização do acesso a uma educação de qualidade, à informação e ao estímulo ao pensamento crítico.

    No domínio dos estudos linguísticos, as tecnologias sociais e discursivas ajudaram, por exemplo, a criar espaços colaborativos para a preservação e a valorização de línguas minoritárias e indígenas, que muitas vezes são vítimas de exclusão social e cultural, processos de gramaticalização, documentação de línguas minorizadas e produção de livros e recursos didáticos para uma educação linguística descolonizada e situada enquanto política de resistência contra as relações de força e de poder hegemônico. Nesse sentido, há projetos que desenvolvem materiais didáticos bilíngues, mapeiam e descrevem dialetos e variantes linguísticas no Brasil, numa perspectiva sociolinguística politicamente engajada, analisam e descrevem os contextos e ações de políticas linguísticas, promovem a alfabetização e o letramento críticos que conectam a pesquisa acadêmica à realidade social, fortalecendo direitos como a identidade cultural e o direito à educação. Isso evidencia o compromisso político na área da Linguística com a pluralidade e o combate aos discursos de ódio, à discriminação e à intolerância linguísticas: uma forma às vezes sutil, porém poderosa, de violação dos direitos humanos - seja pela imposição de uma [única] norma linguística de prestígio, seja pelas práticas de silenciamentos das variantes ou das línguas nacionais, tradicionais, originárias e estrangeiras.

    Já no campo dos estudos literários em diálogo com outras semioses, as tecnologias sociais se manifestam por meio de dispositivos que ampliam a produção, o acesso, a recepção e a circulação de textos literários diversos, a medicação e a promoção da leitura, especialmente aqueles que representam vozes marginalizadas, como povos tradicionais, negros e negras, mulheres, LGBTQIA+ e minorias étnicas. A literatura, ao expressar experiências humanas e narrativas de resistência, torna-se ferramenta e dispositivo discursivo de empoderamento e reflexão sobre as injustiças sociais, por meio de narradores, personagens, os próprios autores e suas representações identitárias. Iniciativas que utilizam computadores, redes sociais e plataformas digitais para registrar e disseminar essas narrativas conectam o cidadão à cidadania ativa, proporcionando reconhecimento e respeito às diferenças, pilares fundamentais dos direitos humanos.

     

    [1] DAGNINO, Renato. Tecnologia Social: contribuições conceituais e metodológicas. Campina Grande: EDUEPB, 2014.

    Prazo; 20/02/2026

    Previsão de publicação: marços de 2026

     

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  • Chamada para Dossiês de volume 44 2026

    2024-08-03

    Chamadas para  volume  44 da Revista Fórum Identidades de 2026  (A4 no Qualis Capes 2021-2024)

    Volume 44 - Dossiê: MULTIMODALIDADE E (MULTI)LETRAMENTOS DESTINADOS À ANÁLISE DE LINGUAGENS E AO ENSINO DE LÍNGUAS E DA ARGUMENTAÇÃO

    Organizadoras:  Profa. Dra. Isabel Cristina Michelan de Azevedo (UFS), Profa. Dra.  Záira Bomfante dos Santos (UFES) e Profa. Dra. Glicia Azevedo (UFRN)

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