Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor".
  • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF.
  • Onde disponível, os URLs para as referências foram fornecidos.
  • O texto está em espaço simples; usa uma fonte de 12-pontos; emprega itálico em vez de sublinhado (exceto em endereços URL); as figuras e tabelas estão inseridas no texto, não no final do documento na forma de anexos.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.

Resenhas

Autoria e escopo

Aceitamos resenhas de profissionais da educação superior, profissionais da escolarização básica e de estudantes de graduação e pós-graduação (em cursos de especialização, mestrados e doutorados). Elas devem expressar avaliações de livros ou de dossiês de revistas acadêmicas de História.

A avaliação é compreendida como atribuição de valor (ou crítica) em dois níveis: o primeiro cobre o valor da natureza e/ou dos usos de, ao menos, um dos seguintes elementos da obra resenhada: carência motivadora da pesquisa, problema de pesquisa, objeto do conhecimento, hipóteses, revisão da literatura, relação fontes/métodos/teoria, conclusões (teses ou hipóteses) e composição (arquitetura da informação ou estilo) e usos reais ou potenciais das conclusões. O segundo nível de atribuição de valor deve focar o cumprimento dos objetivos anunciados na obra resenhada.

Estrutura retórica e formatação

O título da resenha não deve replicar literalmente o texto da obra resenhada. Deve ser iniciada por substantivo ou verbo e não ultrapassar quatro palavras. O início do texto não deve conter epígrafes ou citações diretas.

O primeiro parágrafo deve informar o título da obra resenhada, o gênero textual (livro-tese, livro-coletânea autoral, coletânea com vários autores, entre outros), a autoria da obra resenhada, o problema, ou o objetivo ou a hipótese central da obra (anunciada em breve descrição) e, ainda, sobre prefaciadores ou apresentadores e a atribuição de valor que, eventualmente, tais agentes atribuem à obra resenhada.

O segundo parágrafo deve apresentar a contextualização da obra, ou tema, ou objeto ou o problema (se for o caso) no interior do campo disciplinar correlato. Deve também apresentar dados bioblibliográficos do autor ou do coordenador ou do organizador da obra.

Para o terceiro, o quarto, o quinto (e outros que antecedem o antepenúltimo) parágrafo, os textos devem informar sobre o problema, ou o objetivo ou a hipótese central da seção, parte ou capítulo, seguido pelas respectivas conclusões e (se for o caso) exemplos. Estes parágrafos que servem como resumo, não devem conter qualquer espécie de valoração por parte do resenhista.

O antepenúltimo parágrafo deve apresentar os pontos negativos/problemáticos da obra em termos substantivos, lógicos e/ou retóricos.

O penúltimo parágrafo deve apresentar os pontos positivos da obra em termos substantivos, lógicos e/ou retóricos.

Os parágrafos antepenúltimo e o penúltimo podem ser extintos no caso de o resenhista optar por fazer as críticas imediatamente após o resumo de cada parágrafo no esquema: resumo/crítica do capítulo 1, resumo/crítica do capítulo 2 e assim por diante.

O último parágrafo deve apresentar avaliação sintética da obra, priorizando o cumprimento (ou não) dos objetivos anunciados na obra resenhada. Em seguida, deve apresentar as respectivas justificativas do parecer. Por fim, deve sugerir os potenciais leitores para a obra. Da mesma forma que no parágrafo inicial, o último parágrafo da resenha não deve conter citações diretas.

As referências completas dos textos citados pelo resenhista devem ser listadas ao final do corpo da resenha.

Após as referências, o sumário da obra resenhada deve ser transcrito. Não há necessidade de apresentar números de página e linhas pontilhadas.

Após o sumário, deve ser apresentado o currículo do resenhista, como neste modelo: Xxxxxx Xxxxxx é doutora em Xxxxxx pela Universidade Xxxxxx do Xxxxxx (XXXX), professora do Departamento de Xxxxxx da Universidade Xxxxxx (XXXX). Publicou, entre outros trabalhos, Xxxxxx (Link), Xxxxxx (Link) e Xxxxxx (Link). ID LATTES: xxxxx; ID ORCID: xxxxx; Redes sociais: xxxx; xxxx; E-mail: xxxx.

Por fim, deve ser feita a referenciação da obra resenhada, como neste modelo: [AUTORIA da obra resenhada]. [Título: subtítulo]. [Edição]. [Cidade]: [Editora], [Ano de publicação]. [Quantidade de páginas]. [AUTORIA da resenha]: [Título da resenha]. 

Do título da resenha ao final do currículo do resenhista, o texto deve conter entre 1200 e 1500 palavras. Deve ser formatada em fonte Times New Roman,  espaço simples, alinhadas à esquerda.

Os grifos empregados são o itálico (para obra publicada) e o negrito (para termos em língua estrangeira). Títulos de capítulos e de artigos devem ser grafados entre aspas (sem negrito e sem itálico).

As citações diretas, internas à obra resenhada, devem informar apenas o número da página, disposto entre parênteses. Ex: “(p.34)”. Não devem ser maiores que três linhas ou apresentadas em parágrafo autônomo (com recuo). Para citações diretas externas ao texto resenhado, deve-se informar auto(a)/data/página com autoria em letras minúsculas. Ex: “(Oliveira, 2021, p.34)”.

As referências completas da obra resenhada, das fontes e da literatura empregada na resenha devem ser listadas ao final do texto. Devem ser incluídos os nomes de eventuais ilustradores, desenhistas, compendiadores, tradutores, revisores técnicos, prefaciadores ou apresentadores. A organização dos elementos de referenciação deve obedecer à NBR 6023/2018.

Artigos de revisão

Autoria e escopo

Aceitamos artigos de revisão de profissionais da educação superior, profissionais da escolarização básica e de estudantes de graduação e pós-graduação (em cursos de especialização, mestrados e doutorados). Elas devem contribuam criticamente para o mapeamento, sistematização e análise do estado do conhecimento em campos temáticos ou problemas específicos de pesquisa no âmbito da História.

Esses artigos devem assumir como ponto de partida a indagação fundamental sobre o que se escreveu sobre determinado problema de pesquisa, deslocando-se da mera enumeração bibliográfica para uma reflexão analítica sobre os caminhos teóricos, metodológicos e interpretativos trilhados pela historiografia em determinada área.

Conforme os marcos epistemológicos que informam a revista, consideramos que o conhecimento histórico é construído de forma coletiva, validado por comunidades acadêmicas específicas e permanentemente suscetível a revisão crítica. Os artigos de revisão se tornam instrumentos indispensáveis tanto para evitar a repetição de erros já identificados quanto para fazer avançar o conhecimento nos domínios em que se inscrevem, empregando testemunho de pesquisa básica (teses, dissertações, artigos acadêmicos e relatórios de pesquisa e trabalhos publicados em anais de eventos) e testemunho de segunda ordem (capítulos de livro, livros, resenhas de livro e artigos de vulgarização).

Com base nesse material, artigos de revisão mapeiam as contribuições historiográficas em torno de um problema de pesquisa, com especial atenção às questões formuladas, hipóteses mobilizadas, fontes utilizadas, recortes temporais e espaciais estabelecidos, métodos empregados e resultados alcançados. Eles também avaliam criticamente os aportes já produzidos, identificando convergências e divergências teóricas, lacunas argumentativas, soluções predominantes e tendências emergentes. Por fim, artigos de revisão oferecem orientação analítica para a realização de novas pesquisas, especialmente no que tange à formulação de problemas, à construção de referenciais teóricos e à escolha de estratégias metodológicas.

Além disso, e reconhecendo a diversidade de experiências de pesquisa e níveis de familiaridade com a produção historiográfica, a revista estimula a publicação de revisões que combinem estratégias quantitativas e qualitativas, de acordo com o estágio investigativo e o perfil do/a autor/a, apresentadas nas formas de revisão de escopo ou exploratória (avaliação preliminar do tamanho potencial e dos problemas focados pelas pesquisas), revisão do estado da arte (avaliação de perspectivas sobre um problema ou domínio específico, indicando perspectivas para pesquisa futura) e metarevisão (revisão das revisões da literatura).

Estrutura retórica e formatação

A estrutura retórica dos artigos de revisão submetidos à revista deve ser composta pelas seguintes seções: título, resumo, palavras-chave, introdução, metodologia, resultados, discussão, conclusões e referências.

O título do artigo deve iniciar-se por um substantivo ou verbo e não ultrapassar vinte palavras, incluindo obrigatoriamente a expressão que tipifica o tipo de revisão realizada, como, por exemplo, “revisão de escopo”, “revisão de estado da arte”, “revisão sistemática” ou “meta-revisão”. O início do texto não deve conter epígrafes ou citações diretas. Espera-se que o título seja conciso, informativo e diretamente relacionado ao problema de pesquisa revisado.

O resumo deve apresentar, de maneira clara e objetiva, o objeto de estudo, o problema investigado, a hipótese (quando aplicável), os objetivos gerais e específicos, além de uma breve menção aos métodos, categorias teóricas utilizadas, estratégias de análise e principais resultados obtidos. Em seguida ao resumo, o autor deve indicar três palavras-chave separadas por ponto e encerradas com ponto final, permitindo a indexação precisa do artigo nos sistemas de busca acadêmica.

A introdução deve delinear com clareza a carência justificadora da pesquisa, isto é, os motivos que tornam relevante a realização da revisão da literatura sobre o tema em questão. Além disso, deve anunciar sinteticamente o problema de pesquisa, a hipótese (se pertinente), os objetivos gerais e específicos e, de modo sucinto, apresentar os procedimentos metodológicos adotados, as principais categorias e abordagens teóricas mobilizadas, bem como a estrutura geral do artigo.

Na seção de metodologia, o autor deve explicitar de modo analítico a questão de pesquisa, a hipótese (quando houver), o objetivo geral e os objetivos específicos, juntamente com a definição das fontes e métodos necessários à exploração das informações revisadas. Devem ser descritos o universo da pesquisa (tais como teses, dissertações, artigos científicos, livros e capítulos), a amostra efetivamente utilizada, os critérios adotados para a seleção dessa amostra, o recorte temporal e cronológico delimitado para o estudo, os descritores e expressões de busca empregados, bem como os instrumentos e plataformas digitais utilizados na localização dos materiais (tais como o Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES, a SciELO, ou o Portal de Periódicos da UFS). Ainda nesta seção, o autor deve apresentar as categorias de análise e interpretação dos dados mobilizadas, que podem incluir conceitos e abordagens teóricas ou metodológicas. Quando pertinente, recomendamos o uso de expressões estatísticas como frequência, tendência, dispersão, recorrência, predominância ou correlação, sempre articuladas a uma leitura crítica do material coletado.

As seções de resultados e discussão podem ser apresentadas separadamente ou integradas, a depender da densidade e organização da análise. Os resultados devem ser apresentados com clareza e objetividade, podendo ser acompanhados de quadros, tabelas, gráficos ou outros recursos visuais que auxiliem na compreensão dos dados mapeados. A discussão deve ser conduzida à luz das categorias previamente anunciadas na metodologia, interpretando os dados em relação ao estado atual do campo e apontando convergências, divergências, lacunas, tendências, repetições, inovações ou fragilidades observadas na produção analisada.

A conclusão deve retomar os objetivos propostos na introdução e sintetizar os principais achados da revisão. Deve também explicitar as limitações da investigação empreendida e sugerir possíveis desdobramentos para pesquisas futuras. Conclusões vagas, genéricas ou desconectadas da argumentação central devem ser evitadas.

As referências, por fim, devem ser organizadas de acordo com as normas atualizadas da ABNT (NBR 6023), respeitando a uniformidade e completude das informações. Devem constar apenas as obras citadas no corpo do texto. Recomendamos, sempre que possível, a distinção clara entre as fontes utilizadas na coleta da amostra (tais como documentos, plataformas, catálogos) e os textos teóricos e metodológicos que fundamentaram a análise.

Após as referências, deve ser apresentado o currículo do autor, como neste modelo: Xxxxxx Xxxxxx é doutora em Xxxxxx pela Universidade Xxxxxx do Xxxxxx (XXXX), professora do Departamento de Xxxxxx da Universidade Xxxxxx (XXXX). Publicou, entre outros trabalhos, Xxxxxx (Link), Xxxxxx (Link) e Xxxxxx (Link). ID LATTES: xxxxx; ID ORCID: xxxxx; Redes sociais: xxxx; xxxx; E-mail: xxxx.

Por fim, deve ser feita a referenciação do artigo, como neste modelo: [AUTORIA do artigo]. [Título: subtítulo]. 

Do título da artigo ao final do currículo do resenhista, o texto deve conter entre 4.000 e 8.000 palavras. Deve ser formatada em fonte Times New Roman,  espaço simples, alinhadas à esquerda.

Os grifos empregados são o itálico (para obra publicada) e o negrito (para termos em língua estrangeira). Títulos de capítulos e de artigos devem ser grafados entre aspas (sem negrito e sem itálico).

As citações diretas não devem ser maiores que três linhas ou apresentadas em parágrafo autônomo (com recuo). Para citações diretas deve-se informar auto(a)/data/página com autoria em letras minúsculas. Ex: “(Oliveira, 2021, p.34)”.

Política sobre o uso de Inteligência Artificial

A Revista Crítica Historiográfica adota (desde março de 2023), de forma consciente, crítica e transparente, o uso de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) como apoio ao seu processo editorial, reconhecendo o potencial dessa tecnologia para qualificar a produção, a revisão e a disseminação do conhecimento historiográfico.

Compreendida como tecnologia de linguagem avançada, exemplificada recentemente por modelos como o ChatGPT, a IA vem sendo empregada pela equipe editorial em diferentes etapas do processo de editoração da revista. Sua utilização abrange a sugestão de correções gramaticais e estilísticas em textos submetidos (resenhas e artigos de revisão), a revisão de traduções de resumos, a formulação de sugestões de títulos e palavras-chave, bem como a produção de imagens, como aquelas utilizadas nos editoriais. A IA também é empregada no processamento de dados brutos coletados em bases públicas, auxiliando na leitura, organização e interpretação de quadros, tabelas e estatísticas relativas à produção bibliográfica brasileira, e viabilizando a elaboração de relatórios descritivos claros, objetivos e sistemáticos publicados, por exemplo, na seção “Informação Bibliográfica” da revista.

O uso de tecnologias de IA, contudo, não se restringe às tarefas editoriais internas. A revista reconhece que tais ferramentas podem e devem ser empregadas, de modo criterioso, por autores e leitores, especialmente na elaboração das duas modalidades de textos priorizadas pela publicação: a resenha crítica e o artigo de revisão.

Na produção de resenhas, sobretudo por estudantes em formação, a IA pode contribuir como apoio inicial à estruturação do gênero, a partir das informações disponíveis em títulos, prefácios, sumários e introduções das obras analisadas. Também pode oferecer feedback lógico e argumentativo sobre o texto redigido, identificando lacunas, incongruências e falácias, promovendo, assim, o desenvolvimento da autonomia do autor em conformidade com os parâmetros do campo historiográfico. Além disso, a IA pode ser utilizada como ferramenta de revisão estilística e gramatical, apoiando-se em ciclos iterativos de comandos e correções, que ampliam a capacidade do autor em elaborar hipóteses e formular perguntas mais precisas sobre o próprio texto.

Na elaboração de artigos de revisão, a IA pode ser mobilizada para sugerir problemas e questões de pesquisa, hipóteses preliminares, objetivos, fontes possíveis, referências bibliográficas relevantes e métodos de análise. Também pode colaborar na leitura e interpretação de textos, na comparação entre argumentos, na identificação de convergências e divergências, e na estruturação dos elementos retóricos do artigo, como plano de redação, organização de parágrafos, elaboração de conclusões e justificativas. Ademais, a IA pode contribuir na produção de resumos, palavras-chave, abstracts, keywords, além de materiais auxiliares como releases, postagens para redes sociais, e propostas de transposição didática ou artística do conhecimento produzido.

É condição indispensável, no entanto, que o uso de ferramentas de Inteligência Artificial seja conduzido por autores devidamente formados ou em formação acadêmica, capazes de avaliar criticamente as sugestões geradas, de modo a garantir a coerência argumentativa e a fidelidade epistêmica do conteúdo. Entende-se que o conhecimento científico é uma construção coletiva, provisória e dependente de evidências rigorosamente justificadas e validadas por pares, razão pela qual o uso da IA deve permanecer subordinado a essas premissas.

A Revista Crítica Historiográfica não aceita a designação de autoria, seja do texto principal ou das fontes analisadas, atribuída a modelos de Inteligência Artificial. Dessa forma, é vedada a submissão de resenhas ou artigos de revisão que indiquem a IA como autora ou coautora. Quando empregadas, as ferramentas de IA deverão ser explicitamente referidas na seção de metodologia ou em nota de rodapé, com indicação precisa de sua função como meio de pesquisa, em qualquer de suas modalidades: método, técnica, estratégia, instrumento, ferramenta ou recurso auxiliar.

Esta política está alinhada com as diretrizes internacionais mais recentes no campo das Ciências Humanas e Sociais e visa preservar os princípios de autoria responsável, rigor metodológico e ética acadêmica. A equipe editorial agradece a confiança de seus leitores e colaboradores, e os convida a explorar, com consciência crítica e criatividade científica, as possibilidades que a tecnologia oferece para o fortalecimento da historiografia.

Observatório das Revistas Brasileiras de História

Estrutura retórica e formatação de artigos, entrevistas e notícias

1. Artigos acadêmicos

Os artigos publicados na seção devem conter análise crítica, argumentação bem estruturada e contribuição original ao campo editorial da História. Espera-se que apresentem consistência teórica, clareza metodológica e domínio bibliográfico, podendo ser do tipo ensaio analítico, levantamento empírico ou estudo de caso.

A estrutura retórica recomendada compreende:

  • Título informativo e específico, que destaque o tema central do artigo, evitando generalizações ou ambiguidade;
  • Resumo com até 150 palavras, apresentando objetivo, metodologia e principais conclusões do texto;
  • Palavras-chave (de três a cinco), separadas por ponto e finalizadas com ponto final;
  • Introdução, explicitando o problema, os objetivos e a relevância do estudo;
  • Desenvolvimento, com exposição argumentativa ou analítica, embasada em fontes, dados ou literatura especializada;
  • Considerações finais, retomando a tese ou hipóteses, avaliando limites e indicando desdobramentos possíveis;
  • Referências, conforme as normas da ABNT, apenas com obras efetivamente citadas no corpo do texto.

A formatação dos artigos deve seguir as seguintes diretrizes:

  • Fonte Garamond, corpo 12, espaçamento 1,5;
  • Título em negrito, centralizado;
  • Subtítulos sem numeração, em negrito e alinhados à esquerda;
  • Citações diretas curtas (até três linhas) no corpo do texto, entre aspas;
  • Citações longas (mais de três linhas) destacadas com recuo de 4 cm, sem aspas, em corpo 11;
  • Notas explicativas no rodapé, numeradas em algarismos arábicos, com fonte corpo 10;
  • Extensão entre 3.000 e 10.000 palavras.

2. Entrevistas

O título da entrevista deve ser informativo e instigante, destacando o tema ou ponto central da conversa. Evitam-se títulos genéricos (por exemplo: “Entrevista com Fulano”), preferindo-se formulações como:

“Precisamos democratizar a avaliação”: uma conversa com a editora da RBH sobre desafios da publicação científica.

Logo após o título, deve-se incluir uma linha fina — uma frase ou parágrafo curto que resuma a entrevista e reforce seu conteúdo principal, como no exemplo:

Nesta entrevista, a professora X discute os rumos editoriais da revista Y, os desafios da avaliação por pares e o papel da História na ciência aberta.

A entrevista deve conter ainda uma apresentação (primeiro parágrafo), na qual se identifica o(a) entrevistado(a) com nome completo, filiação institucional e atuação relevante. Essa apresentação também deve contextualizar o motivo e o momento da entrevista, além de explicitar o enfoque temático e os objetivos da conversa.

As perguntas e respostas (Q&A) devem ser concisas e instigantes, evitando-se expressões vagas como “fale sobre...”. Dê-se preferência a formulações como: “Como você analisa...?” ou “Quais os principais desafios...?”, variando-se entre perguntas descritivas, avaliativas e prospectivas. Cada resposta deve manter coerência com o estilo oral ou escrito do(a) entrevistado(a), podendo ser revisada para maior clareza, desde que não se comprometa o tom pessoal da fala. Interrupções ou apartes do entrevistador podem ser mantidos, caso relevantes.

O encerramento da entrevista deve conter uma pergunta final de balanço ou de projeção futura. Em seguida, recomenda-se incluir um agradecimento e, se pertinente, um convite à leitura de textos do(a) entrevistado(a).

Formatação da entrevista – O título deve estar em negrito, com fonte Garamond, tamanho 12 pt. A identificação inicial do(a) entrevistado(a) deve conter o nome completo em negrito, seguido de sua afiliação institucional. As perguntas devem ser precedidas pela indicação “Entrevistador:” ou por sigla (por exemplo: CH:), em negrito. As respostas devem ser precedidas por “Entrevistado:” ou por sigla (por exemplo: ED:), sem negrito. Permitem-se notas de rodapé para contextualizações, referências, fontes ou links relevantes. A extensão média da entrevista deve variar entre 500 e 1.500 palavras.

3. Notícias

O título da notícia deve ser claro e direto, explicitando o conteúdo e o foco temático do texto. Evita-se ambiguidade ou jogos de palavras pouco informativos, priorizando a objetividade. Pode ser complementado por uma linha fina, composta por uma frase ou parágrafo curto que resuma ou contextualize a notícia. Essa linha fina é opcional, mas recomendada, pois contribui para o engajamento do leitor logo no início do texto.

A notícia deve iniciar com um lide, isto é, um parágrafo de abertura que responda às perguntas fundamentais: o quê, quem, quando, onde, como e por quê. O lide deve conter as informações mais importantes e atrativas, funcionando como uma síntese informativa que já apresenta ao leitor o cerne do conteúdo.

No corpo da notícia, desenvolvem-se os demais elementos informativos em ordem decrescente de relevância, do mais importante ao mais específico. Essa seção pode incluir trechos de entrevistas, dados quantitativos, contextualizações institucionais ou históricas, declarações diretas entre aspas e também declarações indiretas. O uso equilibrado de fontes e informações confere densidade e confiabilidade à notícia acadêmica.

O parágrafo de conclusão deve indicar os desdobramentos do tema abordado, sugerir próximos passos, destacar eventos futuros relacionados ou convidar à participação dos leitores — como, por exemplo, a submissão de artigos ou a leitura de um novo dossiê. Quando apropriado, pode conter links para sites de revistas, editais ou chamadas públicas.

Formatação da notícia – O título deve estar em negrito e com fonte de tamanho superior ao corpo do texto. Citações diretas curtas devem ser destacadas entre aspas. Os nomes de revistas devem ser grafados em itálico. Links devem estar ativos, direcionando a sites, editais ou documentos externos. Referências bibliográficas devem ser incluídas apenas em casos de notícias de caráter técnico, fundamentadas em documentos oficiais (como relatórios da CAPES ou dados da SciELO). A extensão média das notícias deve variar entre 500 e 1.500 palavras. A autoria pode ser individual ou coletiva (por exemplo: Equipe da Crítica Historiográfica).

Política de Privacidade

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.