Desafíos para el acceso al dispositivo intrauterino (DIU) de cobre en el municipio de Río de Janeiro (RJ), Brasil
DOI:
https://doi.org/10.21665/2318-3888.v13n25p189Palabras clave:
Dispositivos intrauterinos. Anticoncepción reversible de larga duración. Planificación familiar. Reproducción.Resumen
A pesar de su alta eficacia, acción anticonceptiva de larga duración y oferta universal en el Sistema Único de Salud (SUS), el dispositivo intrauterino (DIU) de cobre es un método subutilizado en Brasil. Este artículo tiene como objetivo explorar las condiciones de oferta y demanda del DIU de cobre por usuarias del SUS en el municipio de Río de Janeiro, Brasil, con foco en los conocimientos, motivaciones y caminos atravesados por las mujeres en busca de ese anticonceptivo. Elegimos las entrevistas cualitativas como herramienta metodológica para analizar esas categorías. Concluimos que las entrevistadas encontraron numerosas dificultades para acceder al DIU de cobre, ya que tropezaron con barreras estructurales, organizativas y morales en el SUS. Esas barreras afectandesproporcionadamente a las mujeres negras y a las que viven en territorios periféricos cuando entran en contacto con los servicios públicos de salud.
Sumisión: 15 mar. 2025 ⊶ Aceptado: 09 jun. 2025
Descargas
Citas
BORGES, A. L. V. et al. Conhecimento e Interesse em usar o dispositivo Intrauterino entre mulheres usuárias de unidades de saúde. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 28, p. e3232, 2020.
BRANDÃO, E. R. Contracepção Reversível de Longa Duração (LARC): solução ideal para tempos pandêmicos? Saúde em Debate, v. 46, n. 1, p. 237-247, 2022.
BRASIL. Lei nº 9.263, de 12 de janeiro de 1996. Regula o § 7º do art. 226 da Constituição Federal, que trata do planejamento familiar, estabelece penalidades e dá outras providências.Presidência da República. Brasília, 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9263.htm. Acesso em: 12 mar. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Técnica nº 38/2019-DAPES/SAPS/MS. Revogação de Notas Técnicas.Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília, 2019. Disponível em: https://portal.cfm.org.br/images/PDF/2019_nota_tecnica_diu.pdf. Acesso em: 12 mar. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Ofício circular nº 2, de 24 de fevereiro de 2021. Orientações para procedimentos em pesquisas com qualquer etapa em ambiente virtual. CONEP. 2021. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/images/Oficio_Circular_2_24fev2021.pdf. Acesso em: 12 mar. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual técnico para profissionais de saúde: DIU com cobre T Cu 380A. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. 2018. Disponível em: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/wp-content/uploads/2018/12/manual_diu_08_2018.pdf. Acesso em: 11 mar. 2025.
COHEN, S. Folk Devils and Moral Panics: The Creation of Mods and Rockers. London: MacGibbon & Kee, 1972.
COLLINS, P. H.; BILGE, S. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo, 2021.
CRENSHAW, K. Demarginalizing the Intersection of race and sex: a black feminist critique of antidiscrimination doctrine, feminist theory and antiracist politics. University of Chicago Legal Forum, v. 8, n. 1, p. 139-167, 1989.
DAVIS, A. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
FERNANDES, C. Figuras do constrangimento: as Instituições de Estado e as políticas de acusação sexual. Mana, v. 25, n. 2, p. 365-390, 2019.
GUTIN, S. A. et al. Survey of knowledge, attitudes and practices surrounding the Intrauterine device In South Africa. Contraception, v. 83, n. 2, p. 145-150, 2011.
HEILBORN, M. L. et al. (Org.). O aprendizado da sexualidade: reprodução e trajetórias sociais de jovens brasileiros. Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2006.
HEILBORN, M. L. Por uma agenda positiva dos direitos sexuais da adolescência. Psicologia Clínica, v. 24, n. 1, p.57-68, 2012.
HOOPES, A. J. et al. Knowledge and acceptability of long-acting reversible contraception among adolescent women receiving school-based primary care services. Journal of primary care & community health, v. 7, n. 3, p. 165-170, 2016.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo demográfico 2022: identificação étnico-racial da população, por sexo e idade – resultados do universo. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/3105/cd_2022_etnico_racial.pdf. Acesso em: 15 mar. 2025.
KYRILLOS, G. M. Uma análise crítica sobre os antecedentes da Interseccionalidade. Revista Estudos Feministas, v. 28, n. 1, p. e56509, 2020.
LAGO, T. G. et al. Diferenciais da prática contraceptiva no Município de São Paulo, Brasil: resultados do Inquérito populacional Ouvindo Mulheres. Cadernos de saúde pública, v. 36, p. e00096919, 2020.
MELLO, L.; GONÇALVES, E. Diferença e Interseccionalidade: notas para pensar práticas de saúde. Cronos, v. 11, n. 2, p. 163-173, 2010.
MILANEZI, J. Distinções, Mediações Excludentes e Desigualdades: a Governança da Saúde Reprodutiva de “Cadastradas Difíceis”. Dados, v. 67, p. e20210248, 2023.
MORGAN, L. M.; ROBERTS, E. F. Reproductive governance In Latin America. Anthropology & Medicine, v. 19, n. 2, p. 241-253, 2012.
OLIVEIRA, D. A. A Inscrição espacial da questão racial no espaço urbano. In: GOES, F. L. et al. (Org.). Atlas das periferias no Brasil: aspectos raciais de Infraestrutura nos aglomerados subnormais. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 2021. p. 350-430.
OYÌWÙMÍ, O. Conceitualizando o gênero: os fundamentos eurocêntricos dos conceitos feministas e o desafio das epistemologias africanas. CODESRIA Gender Series, v. 1, p. 1-8, 2004.
PERPÉTUO, I. H. O.; WONG, L. L. R. Desigualdade socioeconômica na utilização de métodos anticoncepcionais no Brasil: uma análise comparativa com base nas PNDS 1996 e 2006. In: BRASIL. Ministério da Saúde; Centro Brasileiro de Análise e Planejamento. Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher – PNDS 2006: dimensões do processo reprodutivo e da saúde da criança. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. p. 87-104.
PESSOA, C. Pesquisa traça o perfil dos moradores de favelas do Rio de Janeiro [internet]. Agência Brasil. 2023. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2023-12/pesquisa-traca-o-perfil-dos-moradores-de-favelas-do-rio-de-janeiro. Acesso em: 13 mar. 2025.
ROSS, L. J. Reproductive justice as Intersectional feminist activism. Souls, v. 19, n. 3, p. 286-314, 2017.
SENDEROWICZ, L. “I was obligated to accept”: A qualitative exploration of contraceptive coercion. Social science & medicine, v. 239, p. 112531, 2019.
WHITAKER, A. K. et al. Adolescent and young adult women’s knowledge of and attitudes toward the Intrauterine device. Contraception, v. 78, n. 3, p. 211-217, 2008.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Ambivalências

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores conceden a la revista Ambivalências todos los derechos de autor relativos a las obras publicadas. Los conceptos expresados en los artículos firmados son responsabilidad absoluta y exclusiva de sus autores.


















