Memes y Negacionismo Climático
el discurso memético como materialidad significativa para la educación ambiental
DOI:
https://doi.org/10.47401/revisea.v13.23426Palabras clave:
Análisis del Discurso, Cultura Digital, Tecnología y EducaciónResumen
Nuestro objetivo en esta investigación es comprender el funcionamiento discursivo de los memes como instrumentos que pueden contribuir a las prácticas de educación ambiental para enfrentar la negación del cambio climático. La sociedad moderna exhibe un patrón insostenible de producción y consumo, cuyos efectos hemos presenciado en nuestra vida cotidiana y visto sus repercusiones en el mundo a través de los medios de comunicación y otras tecnologías de la comunicación, así como la negación del cambio climático, con este período considerado como un colapso ambiental. En este contexto, el proceso educativo se reconoce como un posible camino para el cambio, dando lugar a la Educación Ambiental (EA), que en el escenario actual se articula con las tecnologías digitales. Así, al considerar la EA como una práctica formativa, comprendemos el papel de los diversos medios que entrelazan imagen, sonido y texto; reconociendo el meme como uno de estos sucesos. Basándonos en el trabajo de Suzy Lagazzi, Eni Orlandi y Michel Pêcheux, examinamos los memes como discurso. Al analizar la presencia de tres memes y sus variaciones en internet, observamos efectos de significado articulados por su tono sarcástico/irónico, centrándonos en el papel de las figuras políticas y los datos/hechos científicos en el rechazo/rechazo o la aceptación. Además, observamos su afiliación a redes de significados vinculadas a lo absurdo y lo sin sentido. Como contribuciones a la EA, entendemos que los memes, al abordar cuestiones globales, como las relaciones políticas y económicas, pueden ayudar a revelar situaciones que se consideran naturalizadas y evidentes, permitiendo la identificación de sus contradicciones y, por lo tanto, una nueva perspectiva de los significados que circulan.
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