Environmental Education and its Challenges: a look at municipal schools in São Sebastião da Amoreira – PR
DOI:
https://doi.org/10.47401/revisea.v7i2.14685Keywords:
Formal Environmental Education. Teaching Process. Teaching PracticeAbstract
The objective of this work is to understand how Elementary School teachers approach Environmental Education with their students. This research was carried out in two municipal schools in São Sebastião da Amoreira-PR, and, for data collection, we used diagnostic questionnaires, which were applied to teachers individually. The information obtained from this collection instrument was the corpus of the research and to analyze it, we rely on the Discursive Textual Analysis. After analyzing the data, the results showed that teachers only approach this topic on symbolic dates or in a timely manner, as well as using examples that are distant from the student's reality and ineffective in changing the student's behavior and improving the conditions around them.
Downloads
References
BERNARDES, Maria Beatriz Junqueira; PRIETO, Élisson Cesar. Educação Ambiental: disciplina versus tema transversal. In:Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, Rio Grande, RS, v. 24, p.173-185, 2010. Disponível em: <https://periodicos.furg.br/remea/article/view/3891/2321>. Acesso em: 01 jun. 2019.
BRANCALIONE, Leandro. Educação Ambiental: refletindo sobre aspectos históricos, legais e sua importância no contexto social rei.In:Revista de Educação do IDEAU, v. 11, n. 23, p.01-13, 23 jun. 2016. Semestral. Disponível em: https://www.ideau.com.br/getulio/restrito/upload/revistasartigos/358_1.pdf. Acesso em: 27 jun. 2018.
BRANCO, Cristina. Formação continuada de Professores: focalizando relação teórica- prática. Londrina, p. 01-24, 2007. Disponível em: http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/producoes_pde/artigo_cristina_branco.pdf. Acesso em: 01 jun. 2019.
BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2 abr. 1981.
BRASIL. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 28 abr. 1999.
DAL-FARRA, Rossano André. Educação e representações: configurações em rede na mídia e no ambiente. Pro-Posições, Campinas, v. 15, n. 3, p. 165-172, 2004.
DEWEY, John. Vida e Educação. São Paulo: Melhoramentos, 1973.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental, princípios e práticas. 8. ed. Gaia, 2003.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas. 5. ed. São Paulo: Global, 1998.
GOUVEA, Giana Raquel Rosa. Rumo da formação dos professores para a Educação Ambiental. Educar em Revista. n.27, p.163-179, 2006. Curitiba: Editora da UFPR, 2006.
HOGAN, Daniel Joseph Crescimento populacional e desenvolvimento sustentável. Lua Nova: Revista de Cultura e Política, n.31 São Paulo, 1993. https://doi.org/10.1590/S0102-64451993000300004.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Demográfico. 2010. Disponível em: http://www.censo2010.ibge.gov.br/resultados_do_censo2010.php. Acesso em: 10 maio 2019.
JARVIS, Peter. Towards a Comprehensive Theory of Human Learning: lifelong Learning and the learning society. New York: Routledge: 2006.
KUSS, Anelise Vicentini; CARLAN, Francele de Abreu; BEHLING, Greici Maia; GIL, Robledo Lima. Possibilidades metodológicas para a pesquisa em educação ambiental. Pelotas: Editora e Cópias Santa Cruz, 2015. 160 p. ISBN: 978-85-61629-75-5.
KRÜGER, Eduardo Leite. Uma abordagem sistêmica da atual crise ambiental.In:Desenvolvimento e Meio Ambiente n. 4, p. 37-43, jul/dez 2001. Curitiba: Editora da UFPR, 2001.
MARTINS, José Pedro de Azevedo; SCHNETZLER, Roseli Pacheco. Formação de professores em educação ambiental crítica centrada na investigação-ação e na parceria colaborativa Ciência & Educação, Bauru, SP, v. 24, n. 3, p. 581-598, 2018.
MEC. Ministério da Educação. Vamos cuidar do Brasil: conceitos e práticas em educação ambiental na escola. 2007. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/publicacao3.pdf. Acesso em: 26 jun. 2018.
MEDEIROS, Aurélia Barbosa de et al. A Importância da educação ambiental na escola nas séries iniciais.In:Revista Faculdade Montes Belos, v. 4, n. 1, p.01-17, set. 2011. Disponível em: http://www.terrabrasilis.org.br/ecotecadigital/pdf/a-importancia-da-educacao-ambiental-na-escola-nas-series-iniciais.pdf. Acesso em: 01 jun. 2019.
MORAES, R.; GALIAZZI, M. C. Análise textual discursiva: processo reconstrutivo de múltiplas faces. Ciência & Educação, Bauru, SP, v. 12, n. 1, p. 117-128, 2006. Disponível em:<http://www2.fc.unesp.br/cienciaeeducacao/include/getdoc.php?id=801&article=154&mode=pdf>. Acesso em: 5 março. 2020.
PELICIONI, Maria Cecília Focesi. Educação Ambiental, Qualidade de Vida e Sustentabilidade. In:Educação ambiental, Qualidade de Vida e Sustentabilidade: Saúde e Sociedade, São Paulo, p.19-31, 1998. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/sausoc/v7n2/03. Acesso em: 27 jun. 2018.
RAMOS, Elisabeth Christmann. Educação Ambiental: evolução histórica, implicações teóricas e sociais: uma avaliação crítica. 1996. 147 f. Dissertação (Mestrado em Educação na área de Concentração de Educação e Trabalho) - Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 1996. Disponível em: https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/29517/DELISABETH CHRISTMANN RAMOS.pdf?sequence=1. Acesso em: 26 jun. 2018.
REIS, Luiz Carlos Lima; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares; GOMES, Rosana Canuto. Conscientização Ambiental: da Educação Formal a Não Formal. Revista Fluminense de Extensão Universitária, Vassouras, v. 2, n. 1, p. 47-60, jan/jun., 2012.
RIBAS, Luiz César; LEMOS, Stella Vanucci; ANASTÁCIO, Loreanna Bertolucci de Araújo. Bases para políticas de educação ambiental no Brasil: perspectiva histórico-cronológica.In:Pedagog. Foco, Iturama (MG), Minas Gerais, v. 11, n. 5, p.120-135, 2016. Semestral. Disponível em: <revista.facfama.edu.br/index.php/PedF/article/download/174/168>. Acesso em: 27 jun. 2018.
SATO, Michele. Educação para o ambiente amazônico. 1997. 246 f. Tese (Doutorado em Ecologia e Recursos Naturais, Ciências Biológicas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 1997. Disponível em: http://www.lapa.ufscar.br/pdf/tese_doutorado_michele_sato.pdf. Acesso em: 28 jun. 2018.
SILVA, Carlos Kleber F. da; CARNEIRO, Conceição. Um breve histórico da Educação Ambiental e sua importância na escola. In: IV Congresso Nacional De Educação, 04. 2017, João Pessoa - Paraíba. Anais[...]. v. 5, p. 01 - 11. Disponível em: https://editorarealize.com.br/revistas/conedu/trabalhos/TRABALHO_EV073_MD1_SA14_ID9579_12102017144004.pdf. Acesso em: 04 jul. 2018.
TANNOUS, Simone; GARCIA, Anice. Histórico e evolução da Educação Ambiental através dos tratados internacionais sobre o meio ambiente.In:Nucleus, [S.l.], v. 5, n. 2, p.183-195, 30 nov. 2008. Fundação Educacional de Ituverava. Disponível em: http://dx.doi.org/10.3738/1982.2278.131. Acesso em: 04 jul. 2018.
UNESCO. Década da Educação das Nações Unidas para um Desenvolvimento Sustentável, 2005-2014: documento final do esquema internacional de implementação, Brasília, Brasil, 2005. 120 p.
ZANARDI, Belisa Neves. Concepções de Educação Ambiental de graduandas em Pedagogia. 2010. 127 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Curso de Ciências Biológicas, Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2010. Cap. 1. Disponível em: http://www.mackenzie.br/fileadmin/Graduacao/CCBS/Cursos/Ciencias_Biologicas/1o_2012/Biblioteca_TCC_Lic/2010/1o_2010/BELISA.pdf. Acesso em: 23 jun. 2018.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).



















