“EU SOU FAVELA, SOU/ EU SOU DO GUETO, SOU”: MÚSICA, IDENTIDADE, TERRITÓRIO
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v4i1.9497Resumo
Os rappers, em seus discursos musicais, contribuíram para o desenvolvimento de
noções complexas de pertencimento identitário e territorial. Aqui, analiso como
alguns deles tencionaram representações, estigmas e duras experiências relacionadas às periferias e favelas e produziram ideias e imagens positivadas, trabalhando inclusive em favor da autoestima de uma população sem dúvida muito numerosa.
Palavras-chave: Música rap. Cultura. Identidade
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