“EU SOU FAVELA, SOU/ EU SOU DO GUETO, SOU”: MÚSICA, IDENTIDADE, TERRITÓRIO

Autores

  • Roberto Camargos

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v4i1.9497

Resumo

Os rappers, em seus discursos musicais, contribuíram para o desenvolvimento de
noções complexas de pertencimento identitário e territorial. Aqui, analiso como
alguns deles tencionaram representações, estigmas e duras experiências relacionadas às periferias e favelas e produziram ideias e imagens positivadas, trabalhando inclusive em favor da autoestima de uma população sem dúvida muito numerosa.
Palavras-chave: Música rap. Cultura. Identidade

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Publicado

07/02/2018

Como Citar

CAMARGOS, Roberto. “EU SOU FAVELA, SOU/ EU SOU DO GUETO, SOU”: MÚSICA, IDENTIDADE, TERRITÓRIO. Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, n. 10, p. 37–50, 2018. DOI: 10.32748/revec.v4i1.9497. Disponível em: https://ufs.emnuvens.com.br/revec/article/view/9497. Acesso em: 11 mar. 2026.