MUDANÇA LINGUÍSTICA À LUZ DA SOCIOTERMINOLOGIA DIACRÔNICA: A HISTÓRIA DA CULTURA ESCRITA COMO FATOR EXTRALINGUÍSTICO
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v3i03.8479Resumo
Este artigo apresenta resultados de uma pesquisa que tem como objeto a linguagem de especialidade militar, mais precisamente os postos de graduação que indicam as hierarquias dos homens que compõem o corpo de tropa. Os corpora são dois manuais manuscritos (um setecentista e outro oitocentista) de tática de infantaria do Exército Português. Nosso objetivo principal consistiu em analisar as diferenças no campo nocional Postos de graduação, com base no aporte teórico da socioterminologia (FAULSTICH, 2001) em diálogo com a sociolinguística variacionista (LABOV, 2008; ECKERT, 2004). A partir do tratamento quantitativo e qualitativo dos dados, explicamos as diferenças de frequência dos termos a partir do discurso escrito dos corpora, coadunados com a noção de estilo dos agentes escreventes, da história social e militar portuguesa, tomados como constituintes da história da cultura escrita e alocados como possibilidade de serem interpretados como fatores extralinguísticos, bem como da visão socioterminológica e diacrônica de orientação funcional da linguagem de especialidade militar.
Palavras-chave: Socioterminologia diacrônica. História da cultura escrita. Variação
terminológica. Fatores extralinguísticos.
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