TRABALHO E SALVAÇÃO, TRABALHO E LIBERDADE: A COMPANHIA DE JESUS E AS LUZES DIANTE DA ESCRAVIDÃO
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v0i5.5952Resumo
No presente artigo, pretendemos mostrar que, para além dos elementos de ruptura que separam o pensamento escolástico jesuítico e a filosofia das Luzes, é possível identificar uma linha de continuidade referente à postura de inacianos e philosophes diante da questão da escravidão. Se há ruptura quanto à aceitação ou não de títulos que legitimariam a redução à condição de escravo, a continuidade emerge quando se trata de refletir sobre as condições da liberdade de índios e negros e sobre o papel pedagógico que o trabalho deve exercer na formação de determinadas populações, supostamente despreparadas para o exercício dos direitos inerentes à liberdade civil. A noção de tutela aparece, assim, como leitmotiv de um pensamento crítico à escravidão, mas inclinado a outras formas de sujeição ao trabalho.
Palavras-chave: jesuítas; escravidão; philosohes.
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