METALITERATURA E ESTRANHAMENTO EM O MATADOR, DE PATRÍCIA MELO
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v9i23.20589Resumo
O presente artigo propõe uma análise do romance O matador, de Patrícia Melo, publicado em 1995, enfocando o livro que aparece dentro da trama romanesca. Em determinada sequência da obra, o narrador, que também é a principal personagem, elabora um livro registrando os assassinatos que comete. O material elaborado por ele é feito a partir de um álbum de retratos para bebês. O que se pretende é observar a peculiaridade nessa criação, tomando como apoio o texto sobre o efeito do estranhamento, teorizado por Chklóvski (1970), no ensaio “A arte como procedimento”. A análise foi baseada em estudos concebidos por Aristóteles (2008), Barthes (2007), Todorov (2006), Coli (1995), Ramos (2019). Assim sendo, traçamos um diálogo entre teoria e texto literário com o objetivo de destacar a presença do referido efeito na obra literária selecionada para este estudo.
Palavras-chave: Meta-romance, Autoria feminina, Literatura brasileira, Estranhamento
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