UMA LEITURA DA PERSONAGEM ISABEL À LUZ DA TEORIA ARQUETÍPICA DE JUNG, NA OBRA A CORRENTEZA DE ALINA PAIM
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v9i22.19460Resumo
Esse trabalho apresenta uma leitura crítica do romance A correnteza da escritora sergipana Alina Paim, notadamente a partir da categoria do arquétipo da sombra (o mal), uma vez que consideramos fundamental compreender como esse arquétipo, na perspectiva junguiana, aparece no literário, especificamente na obra da romancista em tela. Marcada por uma trajetória de desencontros emocionais e afetivos, a personagem central vive mergulhada em dramas existenciais que a levam à prática do mal, ao isolamento total e à morte. Neste particular, a teoria junguiana esclarece a leitura crítica no que diz respeito ao comportamento ‘sombrio’ e insano da protagonista. Subsidiamo-nos, ainda, dos aportes teóricos de Von Franz, John Sanford e Gaston Bachelard, por entendermos que iluminam e complementam a nossa análise da personagem.
Palavras-chave: Alina Paim, literatura, arquétipo, Jung
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