ÉLIE STEPHENSON
POR UM TEATRO DE SITUAÇÕES GUIANENSE
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v9i22.19452Resumo
Para Élie Stephenson, seu teatro é “uma arma política”, posição que aparece em peças do anos 1970 como O Mayouri, Un rien de pays e La route. A afirmação deve ser pensada em diálogo com o que o autor escreve em Un rien de pays ao declarar que esta obra não corresponderia a divisão entre drama, tragédia e comédia. Para ele, ela seria uma situação, numa clara aproximação com reflexões de Sartre. Expandindo essa relação para o conjunto das obras mencionadas, este artigo visa investigar os modos como tal conceito é apropriado por Stephenson na elaboração de seu teatro. Para tanto, é preciso refletir sobre sua visão acerca do território guianense e seu povo, constituída a partir de dentro com o intuito de transformá-los em campo de combate contra a administração francesa.
Palavras-chave: Guiana, literatura dramática, colonialismo
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