O “PROBLEMA GUIANENSE” DA EMANCIPAÇÃO CULTURAL E POLÍTICA NA PRIMEIRA COLETÂNEA POÉTICA DE ÉLIE STEPHENSON

Autores

  • Daniel Padilha Pacheco da Costa

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v9i22.19449

Resumo

Em Une flèche pour le pays à l’encan (1975), o poeta guianense Élie Stephenson retoma os “grandes temas da Negritude” – em particular, da Negritude do seu conterrâneo Léon-Gontran Damas. Desde a publicação dessa primeira obra, Stephenson discute criticamente não apenas com os fundadores do movimento da Negritude, como Aimé Césaire e Léopold Sédar Senghor, mas também com a nova geração de escritores africanos e antilhanos dos anos de 1960 e 1970. Neste artigo, pretendemos mostrar que, centrado no “problema guianense”, o primeiro livro de poemas de Stephenson é, ao mesmo tempo, engajado politicamente e enraizado nas tradições orais e folclóricas dos negros e ameríndios, segundo um programa de emancipação política e cultural do seu país.
Palavras-chave: Élie Stephenson; Negritude; Guiana Francesa; Emancipação cultural e política.

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Publicado

07/27/2023

Como Citar

COSTA, Daniel Padilha Pacheco da. O “PROBLEMA GUIANENSE” DA EMANCIPAÇÃO CULTURAL E POLÍTICA NA PRIMEIRA COLETÂNEA POÉTICA DE ÉLIE STEPHENSON. Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, v. 9, n. 22, p. 41–53, 2023. DOI: 10.32748/revec.v9i22.19449. Disponível em: https://ufs.emnuvens.com.br/revec/article/view/19449. Acesso em: 12 mar. 2026.