ÉLIE STÉPHENSON, UM ESCRITOR ‘MUNDO-ILHA’
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v9i22.19447Resumo
Élie Stéphenson é, sem dúvida, um dos mais expressivos autores da literatura da Guiana Francesa na contemporaneidade. Trata-se de um homem de múltipla capacidade criadora que passeia por gêneros distintos, como poesia e prosa, teatro e literatura para crianças e jovens, alcançando leitores de faixas-etárias diversas. Em 2020, teve o conjunto de sua obra recompensada com o Prêmio Carbet de la Caraïbe et du Tout-Monde. Neste artigo, apresento elementos que apontam para um autor que pode ser entendido como um ‘mundo-ilha’, noção emprestada de Ottmar Ette (2018), entendendo que hoje já não há mais espaço para se pensar em territórios estáticos, haja vista as transformações sociais terem derrubado as barreiras geográficas, alcançando o mundo. Então, ler a literatura de Stéphenson é ver, na prática, o polilógico na produção de um guianense que escreve sobre revoltas e florescimentos (Juminer, 2022); ele é um escritor ‘mundo-ilha’, pois para além de ser um autor, é também um ativista da língua crioula guianense, o que reflete o seu posicionamento como homem guianense e que ecoa na obra que enfatizo neste artigo, a peça teatral La nouvelle légende de D’Chimbo, (2004).
Palavras-chave: Élie Stéphenson; mundos-ilhas; D’Chimbo.
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