CAMINHOS DE QUANDO E ALÉM, DE HELENA PARENTE CUNHA
EPOPEIA E MISTICISMO
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v8i20.17875Resumo
Abordagem crítica à obra Caminhos de quando e além, da baiana Helena Parente Cunha, à luz dos estudos épicos de Silva e Ramalho e do reconhecimento do caráter metalinguístico e intertextual do poema, com o objetivo de destacar os momentos em que o diálogo com os poemas “Eros e Psique” e “Na sombra do Monte Abiegno”, de Fernando Pessoa, consolida a proposta de realização de uma jornada épica mística, na qual vida e morte são confrontadas em nome de um sentido mais amplo para a existência humana. Além disso, pretende-se, a partir de formulações teóricas de Campbell, ressaltar os recursos que, aproximando os planos histórico e maravilhoso da obra, dão relevo ao ritual místico e simbólico como sustentação para a realização da viagem, organizada em 48 estações.
Palavras-chave: epopeia pós-moderna, espiritualidade, dialogismo.
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