METRÔ, ESTAÇÃO DO CAOS
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v8i20.17874Resumo
O presente artigo aborda o poema Metrô, de Adriano Espínola, utilizando o suporte teórico e operacional da Semiotização épica do discurso, de Anazildo Vasconcelos da Silva, para o reconhecimento da obra como uma epopeia legítima, vinculada ao Modelo Épico Pós-Moderno e perfeitamente identificada com o gênero épico, que se insere no curso de formação épica brasileira. A abordagem abrangerá, primeiramente, as categorias épicas desenvolvidas por Silva, a saber, matéria épica, modelos épicos, dimensão real, dimensão mítica, a vivenciação estética do caos, heterroferenciação, emulação épica, entre outros, para, em seguir, refletir sobre o poema, buscando elucidar as estratégias de criação que configuram sua natureza épica.
Palavras-chave: epopeia pós-moderna, gênero épico, literatura brasileira
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