ACORRENTADO PELA LEPRA

O LEPROSÁRIO DE MARITUBA EM MEIO ÀS PRÁTICAS DE CURA E EDUCAÇÃO (1940-1970)

Autores

  • Moises Levy Pinto Cristo
  • Maria do Perpétuo Socorro Gomes de Souza Avelino de França

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v6i17.15724

Resumo

Imersa na alegoria do medo e pavor, a lepra adentrou o imaginário social mundial e nacional. Transportada do Oriente para o Ocidente, chegou em terras brasileiras por meio do processo de colonização. A doença se expandiu em todo o território brasileiro, com números expressivos de contaminados. No período colonial, em que a ocupação da terra foi efetivada, os casos de lepra tornavam-se recorrentes especialmente em terras amazônicas (Brasil, 1950). Como inspiração teórica, para fundamentar o presente texto, utilizamos Bosi (1994), que possibilitou trazer as memórias como forma de reconstruir um passado histórico, por meio da narração, definida por Portelli (2016) como um tipo de fonte: a fonte oral. A instituição foi observada a partir dos conceitos de Goffman (1974) e Foucault (2014), analisando o espaço enquanto lugar de segregação e controle de corpos que foram submetidos a minucioso controle espacial e temporal.
Palavras-chave: Educação. História da saúde. Lepra

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Publicado

05/23/2021

Como Citar

PINTO CRISTO, Moises Levy; DO PERPÉTUO SOCORRO GOMES DE SOUZA AVELINO DE FRANÇA, Maria. ACORRENTADO PELA LEPRA: O LEPROSÁRIO DE MARITUBA EM MEIO ÀS PRÁTICAS DE CURA E EDUCAÇÃO (1940-1970). Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, v. 6, n. 17, p. 63–76, 2021. DOI: 10.32748/revec.v6i17.15724. Disponível em: https://ufs.emnuvens.com.br/revec/article/view/15724. Acesso em: 11 mar. 2026.