DEUS, NATUREZA E PÁTRIA
A CONFEDERAÇÃO DOS TAMOIOS
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v5i16.14165Resumo
Neste ensaio, discute-se a adequação da matéria de A Confederação dos Tamoios (1856) ao gênero épico e ao estilo elevado, paralelamente ao modo como as partes do poema foram dispostas por Gonçalves de Magalhães (1811-1882): a Dedicatória a Pedro II, os Cantos e as Notas (lexicais, culturais e históricas), relativas às dez seções do poema. A análise se concentra na apreciação de lugares-comuns que contrapõem episódios de paz e guerra, civilização e barbárie, em acordo com os preceitos relacionados ao locus amoenus e ao locus horrendus, desde a Antiguidade greco-latina.
Palavras-chave: Epopeia, Gonçalves de Magalhães, Catolicismo, Segundo Império
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