ORALIDADE, DIREITOS HUMANOS E COGNIÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v5i13.13142Resumo
Este artigo objetiva criar uma ponte entre Linguística Cognitiva (FILMORE, 1977; LANGACKER, 1987; LAKOFF, 1987) e ensino de oralidade (MARCUSCHI, 2000) na perspectiva dos direitos humanos (DIAS, 2007). Minha finalidade é defender a ideia de que a conscientização de estruturas de conhecimento armazenadas na memória pode desenvolver nos alunos, por intermédio de atividades com gêneros textuais orais, competências discursivas altamente determinantes na formação discente, de modo a dialogar com as demandas educacionais do século XXI, sobretudo com aquelas diretamente vinculadas à cidadania e aos direitos humanos. Não se trata, pois, de um manual de etiqueta, receita ou “to-do list”; são ideias que, se bem desenvolvidas, abrirão agendas para trabalhos futuros.
Palavras-chave: Linguística Cognitiva; Oralidade; Direitos Humanos; Ensino de Língua Portuguesa.
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