A EXPRESSÃO VARIÁVEL DO FUTURO E DO CONDICIONAL NO SEMIÁRIDO BAIANO – COMPARANDO EXTREMOS SOCIAIS

Autores

  • Franciane Rocha Universidade Federal de Sergipe
  • Josane Moreira de Oliveira

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v5i13.13136

Resumo

Este artigo comporta um estudo realizado em dois extremos de localidade e escolaridade em Feira de Santana, Bahia, com o objetivo de obter um retrato sociolinguístico da produção do futuro e do condicional, considerando sua realidade polarizada tanto social quanto linguisticamente. Tomamos a produtividade da forma ir + infinitivo na nossa amostra e a existência de outras formas de expressão do valor futuro na fala dos feirenses. Além disso, nos centramos no uso das estruturas de condicional e sua distribuição regular na fala dos informantes das zonas rural e urbana, estratificados em informantes cultos (escolarizados em nível superior) e informantes não escolarizados. Concluímos que, ao comparar as ocorrências de futuro, é clara a superioridade produtiva estabelecida pelo futuro perifrástico sobre as outras variantes nos dados de futuro, configurando uma mudança linguística praticamente estabelecida na fala dos feirenses.
Palavras-chave: Sociolinguística; Expressão de Futuro; Português Brasileiro; Feira de Santana.

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Publicado

02/26/2020

Como Citar

ROCHA, Franciane; OLIVEIRA, Josane Moreira de. A EXPRESSÃO VARIÁVEL DO FUTURO E DO CONDICIONAL NO SEMIÁRIDO BAIANO – COMPARANDO EXTREMOS SOCIAIS. Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, v. 5, n. 13, p. 101–113, 2020. DOI: 10.32748/revec.v5i13.13136. Disponível em: https://ufs.emnuvens.com.br/revec/article/view/13136. Acesso em: 13 mar. 2026.