AS FLORES E OS FRUTOS DA HISTÓRIA DO PREDESTINADO PEREGRINO E SEU IRMÃO PRECITO

Autores

  • Marcus De Martin
  • Isabel Scremin da Silva

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v4i12.12274

Resumo

Este trabalho pretende inserir-se na discussão à volta do gênero da História do Predestinado
Peregrino e seu irmão Precito (1682), do jesuíta Alexandre de Gusmão
(1629-1724), considerando, na medida do possível, os parâmetros teológico-políticos
e retórico-poéticos que engendram a invenção, disposição e elocução da obra.
A fim de se entender por que Gusmão a considera uma história e uma parábola,
procurar-se-á realizar um excurso acerca dos dois sentidos da alegoria, i.e., como
tropo e como método de interpretação. Acredita-se que a obra em questão alie o
ornamento e a tradição exegética aos dois principais objetivos retóricos, prodesse e
delectare.
Palavras-chave: História do Predestinado Peregrino e seu irmão Precito. Alexandre
de Gusmão. Alegoria.

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Publicado

10/03/2019

Como Citar

DE MARTIN, Marcus; DA SILVA, Isabel Scremin. AS FLORES E OS FRUTOS DA HISTÓRIA DO PREDESTINADO PEREGRINO E SEU IRMÃO PRECITO. Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, v. 4, n. 12, p. 35–48, 2019. DOI: 10.32748/revec.v4i12.12274. Disponível em: https://ufs.emnuvens.com.br/revec/article/view/12274. Acesso em: 13 mar. 2026.