AS FLORES E OS FRUTOS DA HISTÓRIA DO PREDESTINADO PEREGRINO E SEU IRMÃO PRECITO
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v4i12.12274Resumo
Este trabalho pretende inserir-se na discussão à volta do gênero da História do Predestinado
Peregrino e seu irmão Precito (1682), do jesuíta Alexandre de Gusmão
(1629-1724), considerando, na medida do possível, os parâmetros teológico-políticos
e retórico-poéticos que engendram a invenção, disposição e elocução da obra.
A fim de se entender por que Gusmão a considera uma história e uma parábola,
procurar-se-á realizar um excurso acerca dos dois sentidos da alegoria, i.e., como
tropo e como método de interpretação. Acredita-se que a obra em questão alie o
ornamento e a tradição exegética aos dois principais objetivos retóricos, prodesse e
delectare.
Palavras-chave: História do Predestinado Peregrino e seu irmão Precito. Alexandre
de Gusmão. Alegoria.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença

A REVEC utiliza a Licença Creative Commons CC BY 4.0, que permite aos licenciados copiar, distribuir, exibir, executar e criar obras derivadas, desde que seja atribuído o devido crédito ao autor ou ao licenciador.
A revista reconhece que os autores mantêm os direitos autorais sobre suas produções, mas é necessário que concordem em conceder à REVEC o direito de primeira publicação. Além disso, os autores devem estar cientes de que:
- Em qualquer publicação posterior, seja em repositórios institucionais, capítulos de livros ou outras produções derivadas, deve ser indicado o crédito à publicação original na REVEC.
- É permitido e incentivado que os autores publiquem e distribuam seus trabalhos online (por exemplo, em repositórios institucionais ou páginas pessoais) antes ou durante o processo editorial, pois isso pode gerar melhorias no texto e aumentar o impacto e a visibilidade da pesquisa publicada pela revista.













