A CATÁBASE MARÍTIMA DE BACO
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v4i12.12273Resumo
Pretende-se investigar o papel desempenhado por Baco n’Os lusíadas (1572), uma
divindade muitas vezes concebida como alter ego do poeta devido à sua condição
de exilada, excluída, perseguida e dissidente. Quando figuramos um Camões
angustiado, depressivo ou ressentido, ou ainda quando identificamos nas personagens
desdobramentos da psicologia do autor que as inventou (no sentido retórico
do termo), não levamos em consideração a norma retórica do auctor, mas projetamos
o anacronismo do autor-subjetividade, uma criação do Romantismo, no discurso
antigo, generalizando a autoria como presença do indivíduo nas obras. Nossa
intenção é analisar as ações e discursos de Baco no poema por meio dos códigos
linguísticos comuns às circunstâncias históricas nas quais viveu Camões.
Palavras-chave: Os lusíadas; Baco; catábase
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