Fazer recordar os heróis do Jenipapo: história, memória e identidade em um monumento (1971-1973)

Autores

  • Cláudia Cristina da Silva Fontineles
  • Antonio Jeferson de Sousa

Resumo

Resumo: O presente artigo tem por objetivo analisar a repercussão da construção do
Monumento aos Heróis do Jenipapo, em 1973, no município piauiense de Campo Maior, e suas
relações com a memória, história e identidade. Nosso recorte temporal tem início em 1971,
quando o jornal A Luta publica a campanha em prol da construção do monumento, organizado
pelos escritores Octacílio Eulálio e Antônio Andrade Filho. O recorte final é 1973, ano de
construção do monumento e as disputas de memória feitas pelos escritos campomaiorenses no
jornal A Luta. A obra arquitetônica significaria a valorização da Batalha do Jenipapo, mas
também uma importante forma de promoção das ações do governo de Alberto Silva. Para isso,
recorremos à pesquisa bibliográfica, análise das reportagens do jornal A Luta e textos
biográficos. Como arcabouço teórico-metodológico, foram importantes a interlocução com
Choay, Pollak, Le Goff, Candau, Sirinelli, Fontineles, dentre outros.
Palavras-Chave: História; Memória; Identidade; Monumento aos Heróis do Jenipapo.

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Publicado

2022-10-01

Como Citar

da Silva Fontineles, C. C. ., & de Sousa, A. J. (2022). Fazer recordar os heróis do Jenipapo: história, memória e identidade em um monumento (1971-1973). Boletim Historiar, 9(03). Recuperado de https://ufs.emnuvens.com.br/historiar/article/view/18169