“Liberdade tem gasto”
Estéticas algorítmicas da inclusão, do consumo e da comoditização da diversidade
DOI:
https://doi.org/10.54786/revistaeptic.v27i3.22918Resumo
Este artigo analisa criticamente uma peça publicitária fictícia da Coca-Cola gerada por IA, protagonizada por uma pessoa não binária, para discutir os limites da inclusão algorítmica. A partir da Análise Crítica do Discurso, da Semiótica Social e da Teoria Queer, o estudo revela como a IA reproduz estereótipos das dissidências sexuais e de gênero, configurando uma “estética algorítmica da inclusão” que comoditiza a diversidade. Conclui-se que, em vez de pluralizar, a IA padroniza representações LGBTQIAPN+, neutralizando seu potencial disruptivo em nome da legibilidade mercadológica, evidenciando a justiça algorítmica como imperativo ético diante desse apagamento simbólico mascarado de inclusão.
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