“Por que tem que falar de preto, o que nós fez?”

Uma análise interseccional com adolescentes acolhidos

Authors

Keywords:

Institutional care;, Adolescents, Intersectionality, Institutional racism

Abstract

This study aims to deepen the understanding of the social dynamics and intersectionalities that affect adolescents in institutional care. It focuses on the discussion of Black masculinity and the processes of institutional racism perpetuated by both institutions and legal actors through racial stereotypes. These stereotypes interfere with the reconfiguration of life narratives and undermine the construction of identity and the development of autonomy among these adolescents. The research employed a focus group methodology involving six adolescents in institutional care in a municipality in the Baixada Fluminense region of Brazil. Stimulus-based activities were used to encourage discussion, and the findings revealed significant meanings produced by the adolescents concerning the intersections of race, gender, and sexuality. Moreover, the participants expressed a critical perspective toward public policies and legal frameworks that contribute to the criminalization of racialized bodies. The study highlights the urgent need for interventions that offer alternative approaches to support these adolescents in reconfiguring their life narratives and autonomy, strengthening their racial identity, and combating the systemic discrimination that shapes their lived experiences.

 

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Published

2025-12-16

How to Cite

GALONI, Luana; CAMPOS DE SOUZA, Douglas. “Por que tem que falar de preto, o que nós fez?”: Uma análise interseccional com adolescentes acolhidos. DIKÉ Revista do Mestrado em Direito da UFS, [S. l.], v. 12, n. 1, p. 76–89, 2025. Disponível em: https://ufs.emnuvens.com.br/dike/article/view/23186. Acesso em: 15 oct. 2026.