A Cidade de João Pessoa na Gira de Mãe Beata
Saluba Nanã!
DOI:
https://doi.org/10.33467/conci.v8i.23715Palavras-chave:
mulher negra. informação e memória. Mãe Baeta. religiões afro indígena brasileira.Resumo
Esta publicação tem como objetivo evidenciar a trajetória de Mãe Beata, mulher negra e sertaneja, cuja experiência religiosa se constituiu a partir da Umbanda, da Jurema e do Candomblé, tradições que lhe serviram como fonte de fé, resistência e fortalecimento comunitário. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza exploratória e descritiva, desenvolvida com base em procedimentos bibliográficos e documentais. Busca destacar aspectos relevantes e, por vezes, pouco conhecidos de sua atuação, especialmente em um contexto de perseguições políticas, sociais e religiosas. Nesse percurso, evidencia-se a importância de sua contribuição para a consolidação e visibilidade das religiões afro-indígenas brasileiras na cidade de João Pessoa/PB, resgatando marcos históricos e simbólicos que ecoaram por meio dos cânticos, dos atabaques e das práticas rituais. Pretende-se, assim, não apenas homenagear a memória de Mãe Beata, mas também reconhecer o legado de outros(as) pais e mães de santo que, juntamente com ela, desempenharam papel fundamental na preservação e difusão dessas tradições religiosas.
Downloads
Referências
BATISTA, Milena Xibile. Angola, jeje e ketu: memórias e identidades em casas e nações de Candomblé na Região Metropolitana da Grande Vitória(ES). Dissertação. 2014. Universidade do Espirito Santo. Disponível em: https://docplayer.com.br/2268790-Angola-jeje-e-ketu-memorias-e-identidades-em-casas-e-nacoes-de-candomble-na-regiao-metropolitana-da-grande-vitoria-es.html Acesso: 15 fev. 2022
CANDAU, Joel. Antropologia da Memória. Lisboa: Instituto Piaget, 2005.
EVARISTO, Conceição. Escrevivência da afro-brasilidade: história e memória. Releitura, n.23, Belo Horizonte, 2008. p.5-11. (9 Encontro da Literatura). Disponível em: https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de-governo/fundacao-municipal-de-cultura/2021/revista_releitura_v23.pdf Acesso: 20 mar. 2022.
FREIRE, Paulo. Educação como prática de liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra LTDA, 1967.
GALDINO, Suellen Barbosa. Bico de pena: escrita de si de Nilvalson Miranda. João Pessoa, 2015. Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/5431?mode=full&locale=es Acesso em: 28 dez. 2021.
HOLMES, Karina Ceci de Sousa. Maria [Beatriz] Barbosa de Souza: na gira da vida de Mãe Beata. 2023. 337 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, 2023.
NUNES, Isabella Rosado. Sobre o que nos move, sobre a vida. In. DUARTE,Constância Lima. NUNES, Isabella Rosado (org.). Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020. (E-book) Disponível em: https://www.itausocial.org.br/divulgacao/escrevivencia-a-escrita-de-nos/ Acesso: 26 dez. 2021.
PRANDI, Reginaldo. Os candomblés de São Paulo: a velha magia na metrópole nova. São Paulo: Hucita: Ed. da Universidade de São Paulo, 1991.
RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2007.
SILVA, Valdir de Lima; OLIVEIRA, Bernardina Maria Juvenal Freire de; ROSA, Maria Nilza Barbosa. MEMÓRIAS IN MEMORIAM: Mãe Beata e o nascimento do Candomblé Angola na Paraíba. In: OLIVEIRA, Bernardina Maria Juvenal Freire de [et al.]. Memórias: lugar onde as lembranças não envelhecem. João Pessoa: Editora UFPB, 2019. p.145-158.
SOUZA, José Ribeiro de. 400 pontos riscados e cantados na Umbanda e Candomblé. 4.ed. Rio de Janeiro: ECO,1964.
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Karina Ceci, Bernardina, Gisele Rocha

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A ConCI adota a Licença CC BY 4.0, onde os licenciados têm o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, desde que sejam dados os devidos créditos ao autor ou licenciador.
A ConCI considera que o autor detém o direito autoral sobre sua produção, porém o autor deve concordar em ceder à revista o direito à primeira publicação. Além disso, o autor deve concordar que:
- em quaisquer publicações em repositórios institucionais, capítulos de livro ou outras produções decorrentes de trabalhos publicados na ConCI, devem ser dados os devidos créditos à publicação inicial.
- estão autorizados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer momento antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado pela ConCI.












Licenciada por