DO FORA-DA-LEI AO HERÓI POPULAR

A TRAJETÓRIA DE ROBIN HOOD E AS TENSÕES SOCIAIS NO MEDIEVO TARDIO

Autores/as

  • Vitor Nunes Universidade Federal de Sergipe

Palabras clave:

Banditismo social, Robin Hood, Aristocracia cristã

Resumen

Este artigo analisa o mito de Robin Hood como expressão da resistência cultural na Inglaterra medieval, explorando a transformação de narrativas marginais em símbolos nacionais. Partindo do conflito entre discursos dominantes e culturas subalternas, examina como os "bandidos heróis" foram inicialmente rejeitados pelas elites e depois assimilados pelo imaginário coletivo. O estudo abrange desde as primeiras referências no século XIII até sua apropriação intelectual no século XVI, relacionando essa trajetória a mudanças políticas, religiosas e sociais. Demonstra-se que a lenda de Robin Hood reflete tanto mecanismos de controle aristocrático quanto estratégias camponesas de ressignificação cultural, revelando tensões agrárias e a formação de identidades no medievo tardio.

Biografía del autor/a

Vitor Nunes, Universidade Federal de Sergipe

Graduando em História pela Universidade Federal de Sergipe, bolsista de Iniciação Científica financiado pelo CNPq  entre os anos de 2020-2021  vinculado ao projeto de pesquisa Idade Média e Contemporaneidade: um estudo comparativo-historiográfico sobre o conceito de banditismo e dominação senhorial (PID9065-2020) e integrante do Dominium: Estudos sobre Sociedades Senhoriais (CNPq-UFS) Lattes: http://lattes.cnpq.br/8238234427135527

Publicado

2025-08-18

Cómo citar

Nunes, V. (2025). DO FORA-DA-LEI AO HERÓI POPULAR: A TRAJETÓRIA DE ROBIN HOOD E AS TENSÕES SOCIAIS NO MEDIEVO TARDIO. Horizontes Históricos, 10(1), 145–161. Recuperado a partir de https://ufs.emnuvens.com.br/HORIZONTES/article/view/22744

Número

Sección

Artigos - Dossiê