Mudanças nos regimes totalitários

da censura às câmaras de eco.

Autores

Resumo

A partir de Hannah Arendt, analisamos a relação entre totalitarismo e a imposição da “verdade”. Essa relação com a verdade é historicamente sustentada por um modelo de censura e memoricídio que cria bolhas epistêmicas. Com o surgimento das redes sociais e novos regimes de verdade, as bolhas epistêmicas foram sucedidas por câmaras de eco, fundadas na descredibilização ativa. Trata-se de uma evolução dos mecanismos totalitários, aniquilando a confiança coletiva através de um sistema que inocula os sujeitos contra informações contraditórias.

Palavras-chave: Totalitarismo; Bolhas epistêmicas; Câmaras de eco.

Biografia do Autor

Danilo Silvestre Janeiro, Universidade de São Paulo - USP

Doutorando em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades da Universidade de São Paulo - PPGHDL-USP. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3689760944062596. Orcid: 0009-0004-7454-2221. E-mail: danilo.silvestre@gmail.com.

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Publicado

2026-09-28

Como Citar

Silvestre Janeiro, D. (2026). Mudanças nos regimes totalitários: da censura às câmaras de eco. Boletim Do Tempo Presente, 15(01), 200–214. Recuperado de https://ufs.emnuvens.com.br/tempopresente/article/view/25030