O INSTRUMENTALISMO PRESENTE NAS CONCEPÇÕES DE TEMPO DE ARISTÓTELES, AGOSTINHO DE HIPONA E ALBERT EINSTEIN

Autores

  • Bruno Leite Barros

Resumo

O presente artigo tem como objetivo o desenvolvimento de uma análise acerca das concepções de tempo de Aristóteles, Agostinho de Hipona e Albert Einstein, visando evidenciar o caráter propriamente instrumental de suas noções a respeito desse conceito. Defendemos a tese segundo a qual é possível visualizar esses três pensadores no quadro do que chamaremos aqui de “instrumentalismo temporal”, isto é, uma visão em que o tempo não possui substancialidade e não se configura como uma entidade real, mas apenas como um instrumento ou ferramenta derivada da mente humana para melhor compreender os fenômenos do mundo. Para tanto, utilizaremos, além de artigos complementares e textos de comentadores, três obras monumentais para a história do pensamento humano, a saber: Física, 3, IV, de Aristóteles; Confissões, XI, de Agostinho de Hipona; e A Teoria da Relatividade, de Albert Einstein.

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Publicado

2026-07-23