A condição humana de Hannah Arendt e o mínimo existencial para subsistência do proletariado de serviços na era digital
Resumo
O presente trabalho objetiva analisar A Condição Humana de Hannah Arendt em paralelo com a condição do trabalhador de serviços na era digital que, por sua vez, sofre sob a pressão da maximização do tempo, redução dos custos e “flexibilidade” dos contratos. De tal maneira, nota-se que esses trabalhadores precarizados necessitam de um mínimo existencial para manutenção de sua subsistência, todavia, as novas morfologias do trabalho buscam unicamente o aumento da exploração, a baixa do salário e a abstenção de responsabilidades pelas empresas. Fora utilizado a pesquisa qualitativa por método dedutivo, além de revisão
bibliográfica e documental. Ademais, essa nova concepção, que se mostra irreversível, denuncia a intrínseca adaptação da sociedade por critérios de governança e de regulamentação jurídica, para garantir o bem-estar social dentro dos princípios constitucionais.
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- 2024-01-29 (2)
- 2020-12-09 (1)
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1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
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Proposta de Política para Periódicos que oferecem Acesso Livre Adiado
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