NOS ARCANOS DO IMPÉRIO, RACISMO E ESCRITA DE AUTORIA FEMININA NO ROMANCE DE EZILDA BARRETO
DOI:
https://doi.org/10.47250/intrell.v34i1.14626Resumo
Este artigo se dedica ao estudo do romance Nos Arcanos do Império, da escritora paraibana Ezilda Barreto. Ao tempo que nosso enfoque se volta para o mapeamento da escrita de autoria feminina na Paraíba, no sentido de tornar visível escritoras invisíveis nos compêndios históricos da literatura brasileira; também analisamos uma narrativa paraibana de autoria feminina que problema o tema da escravidão e do racismo negro em tempos de regime imperial. Para fundamentar nossos posicionamentos sobre autoria feminina paraibana e racismo na literatura brasileira nos apoiamos em Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Araújo, Marcos Odilon, Gemy Candido, Iris Vasconcelos e Silvana Souza, entre outras referências recorridas ao longo das análises.
PALAVRAS-CHAVE: Invisibilidade. Século XX. Autoria feminina paraibana. Racismo.
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