Economia escravista no Setecentos

Resenha de "Escravos e libertos nas minas do Rio de Contas: Bahia, século XVIII", de Kátia Almeida

Autores

Palavras-chave:

escravidão, alforria, Rio de Contas/BA, mineração, história social

Resumo

Escravos e libertos nas minas do Rio de Contas: Bahia, século XVIII, de Kátia Almeida, analisa a formação, durante o século XVIII, de uma vila sertaneja baiana e a sociedade escravista que se estabeleceu no local. Apesar de reafirmar alguns consensos historiográficos, destaca-se pela densidade empírica e centralidade da agência dos escravizados.

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Biografia do Autor

Ludmilla Mota Dias, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

Mestranda em História Social pelo Programa de Pós-Graduação em História na Universidade Federal da Bahia (PPGH/UFBA) e graduada em História pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), campus Vitória da Conquista. Desenvolve pesquisas sobre mulheres e justiça nos sertões da América Portuguesa, durante o século XVIII, com financiamento da Fundação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (CAPES). ID Currículo LATTES: http://lattes.cnpq.br/7832296430260507; ID ORCID: https://orcid.org/0009-0002-1983-813X; e-mail: ludmillamotayhistoria@gmail.com.

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Publicado

2026-01-30

Como Citar

Dias, L. M. (2026). Economia escravista no Setecentos: Resenha de "Escravos e libertos nas minas do Rio de Contas: Bahia, século XVIII", de Kátia Almeida. Crítica Historiográfica, 6(28), 23–27. Recuperado de https://ufs.emnuvens.com.br/criticahistoriografica/article/view/24416