Severance

subjetividades fluidas, corpos em trânsito

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51951/ti.v15i34.p44-59

Palavras-chave:

Pós-humanismo. Subjetividades. Neoliberalismo. Biopoder. Género.

Resumo

Neste artigo a narrativa da primeira temporada da série televisiva Severance (2022) é analisada a partir da perspetiva do pós-humanismo crítico. Tendo como elemento central a representação da ruptura das consciências, o artigo divide-se em duas seções. Na primeira Investiga-se (1) as Interações entre os seres humanos e a tecnologia no neoliberalismo; (2) a produção de subjetividades e sujeitos em devir e (3) a representação do biopoder. Na segunda seção a partir de um detalhe da narrativa e analisa-se a utilização da ruptura durante o parto através de uma perspetiva de género, elencando as relações de poder e construção de identidades. Conclui-se que ao levar ao extremo a Interação entre o ser humano e a tecnologia, Severance possibilita pensar nas relações de poder vigentes e nos caminhos para a emancipação dos sujeitos.

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Biografia do Autor

Isabela Vieira Bertho, Universidade de Lisboa

Mestre em Sociologia pela Université de Genève, em Genebra, na Suíça. Atualmente cursa o doutoramento em Estudos Comparatistas, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em Lisboa, Portugal.

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Publicado

07-08-2025

Como Citar

BERTHO, Isabela Vieira. Severance: subjetividades fluidas, corpos em trânsito. Travessias Interativas, São Cristóvão-SE, v. 15, n. 34, p. 44–59, 2025. DOI: 10.51951/ti.v15i34.p44-59. Disponível em: https://ufs.emnuvens.com.br/Travessias/article/view/n34p44. Acesso em: 15 jan. 2026.