Los riesgos comprendidos, gestionados y, en cierta medida, incorporados por los instructores de parapente en el Parque de la Ciudad de Niterói/RJ
DOI:
https://doi.org/10.21665/2318-3888.v13n26p225Palabras clave:
Instructores de parapente. Riesgo. Emociones. Deportes extremos.Resumen
Este estudio Investiga las percepciones y significados atribuidos al riesgo por Instructores de parapente en el Parque Municipal de Niterói, a partir de cuatro meses de trabajo de campo realizado con la metodología “de cerca y desde dentro”, con anotaciones en diarios de campo y entrevistas Informales. El riesgo, Intrínseco al parapente, se Interpretó como un elemento multifacético: controlable mediante la técnica, los protocolos y la confianza en el equipo, pero también como fuente de placer, resiliencia e identidad, reinterpretado positivamente en eventos como la “escalada de árboles”, considerados ritos de Iniciación por este grupo de Instructores. Para estos Instructores, la práctica trasciende la dimensión técnica e implica la mediación emocional y física, la construcción de vínculos afectivos y la creación de un espacio emocionalmente seguro donde el riesgo se comprende, se gestiona y se Incorpora como parte de la experiencia de esta forma de vuelo libre.
Sumisión: 10 ago. 2025 ⊶ Aceptado: 14 sep. 2025
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