PADRÕES DAS SÍNDROMES DE DISPERSÃO DA VEGETAÇÃO ARBUSTIVA-ARBÓREA DA FLORESTA ATLÂNTICA E DA CAATINGA DO ESTADO DE SERGIPE

Autores

  • Gilmara da Silva Freire Universidade Federal de Sergipe, Departamento de Biologia, Laboratório Sistemática Vegetal, Cidade Universitária Prof. José Aloísio de Campos, Av. Marechal Rondom, s/n, Jardim Rosa Elze. CEP 49100-000, São Cristóvão, SE, Brasil.
  • José Paulo Santana Universidade Federal de Sergipe, Departamento de Biologia, Laboratório Biologia da Conservação, Cidade Universitária Prof. José Aloísio de Campos, Av. Marechal Rondom, s/n, Jardim Rosa Elze. CEP 49100-000, São Cristóvão, SE, Brasil.
  • Patrício Adriano da Rocha Universidade Federal de Sergipe, Departamento de Biologia, Laboratório Biologia da Conservação, Cidade Universitária Prof. José Aloísio de Campos, Av. Marechal Rondom, s/n, Jardim Rosa Elze. CEP 49100-000, São Cristóvão, SE, Brasil.
  • Adauto de Souza Ribeiro 2Universidade Federal de Sergipe, Departamento de Biologia, Laboratório Biologia da Conservação, Cidade Universitária Prof. José Aloísio de Campos, Av. Marechal Rondom, s/n, Jardim Rosa Elze. CEP 49100-000, São Cristóvão, SE, Brasil.
  • Ana Paula do Nascimento Prata Universidade Federal de Alagoas, Centro de Ciências Agrárias. BR 104 Norte Km 85 S/N Mata do Rolo, Rio Largo, Alagoas, CEP 57100-000, Alagoas, Brasil.

Palavras-chave:

Biodiversidade. Flora. Nordeste. Florística. Fenologia. Bioma

Resumo

Este trabalho foi realizado com o bjetivo de analisar os mecanismos da síndrome de dispersão de sementes ocorrentes em espécies arbustivo-arbórea da Caatinga e Floresta Atlântica no estado de Sergipe. Os estudos registraram 514 espécies para os fragmentos de Sergipe, sendo 426 de Floresta Atlântica e 164 espécies da Caatinga. As famílias com maior riqueza de espécies foram Fabaceae, Myrtaceae, Rubiaceae, Sapotaceae, Solanaceae, Boraginaceae, Malvaceae e Melastomataceae. A síndrome de dispersão zoocórica representou 71% dentro do contexto geral, com destaque para a Floresta Atlântica com 321 espécies sendo dispersas por animais, enquanto que a caatinga foi representada por 95 espécies zoocóricas. Os resultados mostraram uma grande diferença na proporção da riqueza entre os dois biomas. Esse padrão pode ser um retrato do real estado de conservação desses domínios, do tamanho e a origem evolutiva e da distribuição dessas áreas.

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Publicado

2016-09-21

Edição

Seção

Artigo (1º ESPBio)